terça-feira, 1 de abril de 2014

ECONOMIA E NEGÓCIOS - jmnews.com.br veiculou: Vagas do Condor lotam agência em Ponta Grossa

Emprego

Vagas do Condor lotam agência em Ponta Grossa

Oferta de 350 vagas para nova unidade do Condor atraiu o interesse de diversos trabalhadores na cidade Foto: Clebert Gustavo
Fernando Rogala | Ponta Grossa | 01/04/2014 às 03:03h |
“As 500 senhas de atendimento foram distribuídas em quinze minutos porque a fila estava grande”, relata o gerente da agência, Victor Hugo de Oliveira
A Agência do Trabalhador de Ponta Grossa registrou um movimento intenso na manhã desta segunda-feira. Motivadas pelas 350 vagas oferecidas pelo Condor, mais de 500 pessoas foram atendidas. Senhas foram distribuídas para controlar o fluxo de pessoas, que fizeram uma fila em busca das vagas. “As 500 senhas de atendimento foram distribuídas em quinze minutos porque a fila estava grande”, relata o gerente da agência, Victor Hugo de Oliveira.
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POVOS INDÍGENAS ( agora eles só tem o dia 19 de abril ) - DCMAIS.COM.BR

Índios 'acampam' por quatro dias na rodoviária de Ponta Grossa

Publicado em: 01/04/2014 - 00:00 | Atualizado em: 31/03/2014 - 20:04
Fábio Matavelli
Mães e filhos dormiam no chão ao lado fe fora da rodoviária


Desde a última sexta-feira, quatro mulheres e 10 crianças de uma tribo de índios de Manoel Ribas estavam 'acampados' do lado de fora do Terminal Rodoviário da cidade. Eles alegaram não ter dinheiro para seguir viagem até o município de Reserva e, por isso, ficaram no local com diversos cestos que trouxeram para vender. A presença deles na rodoviária causou tumulto e a administração acionou a Guarda Municipal para levá-los até a Casa de Apoio do Índio, em Uvaranas.
De acordo com a administração da rodoviária, é permitido que os índios fiquem no local por no máximo um dia. "Sempre quando eles chegam aqui nós orientamos que não podem ficar por mais tempo. Uma kombi da Prefeitura era responsável pelo transporte deles até a Casa do Índio, porém, ela estragou e eles ficam impedidos de sair daqui".
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folhacentrosul.com.br veiculou: EUA enfrenta maior seca da história. 'Falta de água pode impulsionar novas guerras futuramente'

EUA enfrenta maior seca da história. 'Falta de água pode impulsionar novas guerras futuramente'

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EUA também sente os efeitos do aquecimento global e algumas regiões vivem seca jamais vista antes...
A seca de proporções históricas que vem castigando o oeste americano há três anos tem exacerbado um problema comum na região: os conflitos pelo controle da água.
Nos últimos meses, uma série de batalhas jurídicas vem chamando a atenção para a intensidade do problema.
O Texas está processando o Novo México e o Colorado pelo uso das águas do Rio Grande, que passa pelos três Estados, em um caso que chegou à Suprema Corte (maior instância da Justiça dos EUA).
Em disputa semelhante, o Kansas acusa o Colorado e o Nebraska de desviar indevidamente as águas do Republican River.
Nos Estados, dentro e fora dos tribunais, a briga pela água vem colocando município contra município, fazendeiros contra moradores urbanos, cidades contra ambientalistas.
"Sempre houve escassez de água no oeste americano, e sempre houve disputas. O que se vê agora, com esta seca, é o aumento da intensidade dessas disputas", disse à BBC Brasil o advogado Stuart Somach, especialista em recursos naturais e direitos de uso da água.
Somach cita como exemplo a ação movida pelo Texas contra os Estados vizinhos.
"Essa disputa vinha se arrastando há pelo menos 10 anos, mas foi a seca que motivou a ação judicial", afirma Somach, que representa o Estado do Texas no processo.
Califórnia
Na Califórnia, Estado mais castigado pela seca, o governador Jerry Brown pediu que os habitantes reduzam o uso da água em 20%, e alguma cidades já adotam o racionamento.
Muitos moradores afirmam terem deixado de lavar os carros, molhar os jardins e até mesmo reduzido o número de banhos.
A crise vem gerando disputas curiosas no Estado. Produtores de maconha medicinal são acusados de colocar em risco a população de determinadas espécies de peixe, que habitam rios dos quais é retirado o grande volume de água usado nessas plantações.
A Califórnia é o estado americano mais castigado pela seca dos últimos três anos
No Vale Central, onde estão algumas das principais áreas agrícolas da Califórnia, fazendeiros que tentam cavar novos poços enfrentam a oposição de pescadores e ambientalistas, temerosos de que a ação reduza ainda mais os níveis das águas.
Proibidos de usar águas de rios e riachos em determinadas regiões, agricultores que não têm dinheiro para pagar pela irrigação de suas lavouras estão reduzindo a área plantada, e criadores de gado vêm se desfazendo de parte dos rebanhos, já que não têm como cultivar o pasto necessário para alimentar os animais.
Calcula-se que as dificuldades causadas pela seca no setor agropecuário irão resultar em um rombo de bilhões de dólares na economia da Califórnia, alta de preços para os consumidores e aumento na taxa de desemprego.
Incerteza
Os problemas se repetem em todo o oeste americano. No Texas, o Estado está impedindo que produtores de arroz usem determinadas reservas de água para irrigar as lavouras, com medo de que isso coloque em risco o abastecimento de cidades grandes, como Austin.
Ambientalistas e ativistas de Nevada e Utah tentam impedir na Justiça o envio para Las Vegas de água de um aquífero na divisa entre os dois Estados.
"A seca tem agravado todos esses conflitos antigos entre usuários de água", disse Heather Cooley, diretora do programa de agua do Pacific Institute, um dos principais institutos de pesquisa sobre o tema do mundo, com sede na Califórnia.
"E é bom lembrar que ainda estamos em março (início da primavera no Hemisfério Norte). A intensidade e a magnitude da seca continuam incertas, ainda não sabemos quanto tempo vai durar ou quanta água estará disponível neste ano", afirma.
Cooley observa que a região ainda está no que seria sua estação chuvosa. "Tivemos um pouco de chuva em fevereiro, mas os níveis continuam muito ruins, entre os piores da história da Califórnia", diz.
Leis
Alguns criticam as leis que regulam os direitos sobre água na região, datadas do século 19, durante a corrida do ouro na Califórnia.
Com variações dependendo de Estado para Estado, os direitos sobre as águas costumam ser concedidos a quem primeiro os reivindicou. É possível vender esses direitos, o que sustenta um mercado de água muito dinâmico em Estados como Califórnia ou Colorado.
Somach costuma rebater as críticas sobre a legislação. "Por ser um sistema nascido da seca e da escassez de água, ele é muito eficaz nessas situações", afirma.
"Na minha opinião, mudanças nessas regras desestabilizariam todo o sistema de direitos sobre a água, o que teria impacto negativo na economia e na base social desses Estados", diz o advogado.
Sem previsão de chuvas fortes o suficiente para acabar com a seca, a expectativa é de que os conflitos se tornem ainda mais frequentes nos próximos meses.
"À medida que o verão se aproxima e as pessoas que não conseguem água sofrem prejuízos econômicos, vamos ver um maior número de ações judiciais", prevê Somach.
"Já que não é possível fabricar água, serão ações por danos. Os prejudicados vão tentar substituir com dólares a água que não têm."
Fonte: Informações de BBC

OAB EM AÇÃO - CIDADANIA - OAB questiona critérios usados no cálculo da ‘taxa de lixo’ - jmnews.com.br veiculou

Irregularidade

OAB questiona critérios usados no cálculo da ‘taxa de lixo’

 
Daniel Prochalski foi até a Câmara e apresentou um estudo da OAB sobre o reajuste. Imagens: André Meier
Afonso Verner | Ponta Grossa | 31/03/2014 às 16:25h |
Órgão vê com preocupação o atual critério de cálculo da cobrança. Segundo o representante da OAB, Prefeitura pode ser acionada na Justiça.
Daniel Prochalski, representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), foi hoje (31/03) até a Cãmara Municipal apresentar um estudo da instituição sobre o aumento na taxa do lixo do Município. Segundo o advogado, a taxa é inconstitucional e a Prefeitura da cidade pode ser acionada na Justiça pela irregularidade.
Prochalski explicou que o reajuste é considerado irregular porque leva em conta o número de metros quadrados do imóvel em si – quanto maior o imóvel, menor fica a taxa. “Calcular uma taxa dando desconto para imóveis maiores é inconstitucional. Esse critério deve mudar e a cobrança será calculada levando em conta a quantidade de água gasta no imóvel. O que deixa a cobrança mais irregular e inconstitucional ainda”, explicou Daniel.
Segundo o representante da OAB, o consumidor que se sentir prejudicado pode acionar judicialmente a Prefeitura. “Como órgão de classe não compete a OAB-PG acionar a Prefeitura por isso, mas o cidadão que se sentir prejudicado ou até mesmo o Ministério Público podem tomar tal medida”, contou Prochalski.
O reajuste na taxa de lixo foi aprovado no final de 2013 – essa taxa foi reajustada junto com várias outras cobranças e impostos municipais no final de 2013. Junto com a taxa do lixo,o IPTU e a taxa de embarque do Terminal Rodoviário também sofreram aumento – a medida foi aprovada pelos vereadores na última sessão do ano passado.

dcmais.com.br veiculou: Ponta Grossa tem menor repasse entre as cinco maiores cidades do estado

Ponta Grossa tem menor repasse entre as cinco maiores cidades do estado

Da RedaçãoFale com o repórter
Publicado em: 01/04/2014 - 00:00 | Atualizado em: 31/03/2014 - 20:33
Jean Marcel

Para cada morador de Ponta Grossa, o estado envia R$ 82,68 para a cidade, menos que Maringá, Curitiba, Cascavel e Londrina

O governo do Paraná anunciou, nessa segunda-feira (31), que o repasse nos dois primeiros meses de 2014 ultrapassou R$ 1,2 bilhão, contando os recursos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). O valor representa aumento de 9,07% sobre o repasse de R$ 1,13 bilhão de igual período de 2013.

Calculando os valores disponibilizados pelo site da secretaria da Fazenda do estado do Paraná sobre os repasses financeiros do município, Ponta Grossa fica em último lugar em repasse líquido per capita entre os cinco maiores municípios do estado, que significa o total de recursos disponibilizadas para cada cidade, dividido pela população residente segundo os dados Censo 2010. O município recebeu aproximadamente R$ 28 milhões nos dois primeiros meses de 2014.

Para cada habitante de Ponta Grossa, o governo do estado enviou R$ 82,68 para a cidade. Curitiba lidera o ranking com R$ 114,75, Londrina recebe R$ 108,53, para Maringá foi repassado R$ 101,64 e para Cascavel, que tem menos habitantes que Ponta Grossa, foi disponibilizado R$ 83,61.

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PG sofre com poucos repasses, mas a expectativa é que os recursos aumentem com a instalação de novas indústrias
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