segunda-feira, 29 de abril de 2013

PINTURA - CURIOSIDADES DE UM MUNDO ESTRANHO - site mundoestranho.com.br veiculou

Qual pintor pintou mais quadros?


por Artur Louback Lopes

Picasso. Segundo o Guinness Book of Records, o pintor espanhol assinou 13 500 telas, 100 mil gravuras, 34 mil ilustrações em livros e 300 esculturas, ao longo dos seus mais de 80 anos de carreira. Sua primeira obra foi O Picador, pintada em 1889, quando Picasso tinha apenas 8 anos. Daí em diante o artista desembestou a pintar compulsivamente, criando diferentes estilos dentro do seu próprio conjunto de trabalhos. Por isso, Picasso não pode ser incluído em apenas um movimento artístico. Na verdade, é possível encontrar vários períodos artísticos dentro da sua própria obra. Os principais são o azul (de 1901 a 1904), o rosa (1905 a 1907), o cubista (1907 a 1916), o clássico (1917 a 1924), um período de predomínio do surrealismo (1925 a 1936) e outro de impressões da guerra e do pós-guerra (1937 a 1953). De 1953 em diante, Picasso passou pelo seu período mais produtivo, misturando estilos e fazendo diversas releituras de obras de artistas renomados - para se ter uma idéia, ele fez 58 quadros baseados em As Meninas, do espanhol Velásquez, e mais de 170 obras (entre pinturas, gravuras, linografias e esculturas) inspiradas em O Piquenique na Relva, do francês Manet. Picasso morreu aos 91 anos e pintou até o seu último ano de vida - em 1973. Sua obra tem outros recordes: a obra de arte mais cara leiloada até hoje (Garoto com Cachimbo, vendida em 2004 por 104,1 milhões de dólares) e o maior número de obras vendidas por mais de 1 milhão de dólares (334, que movimentaram 1,5 bilhão de dólares, segundo o livro Top 10 of Everything).

NOTÍCIAS AGRICOLAS - MERCADO FECHA EM ALTA - site noticiasagricolas.com.br veiculou

Soja: Mercado foca os fundamentos e fecha a semana em alta na CBOT



Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago encerraram o pregão regular desta sexta-feira (26) do lado positivo da tabela, após trabalharem no vermelho no início do dia. Ao longo das negociações as principais posições da commodity se recuperaram e fecharam a sessão com ganhos entre 4,75 e 9,75 pontos. O vencimento maio/13, referência para a safra brasileira, terminou cotado a US$ 14,30/bushel.

A escassa oferta de soja disponível nos EUA segue sustentando o mercado físico norte-americano, com reflexos sobre as cotações futuras em Chicago. Além disso, a demanda permanece pelo grão permanece aquecida e algumas regiões produtoras os prêmios são superiores a 100 pontos. Paralela a essa situação, os esmagadores e importadores competem pela oleaginosa com o receio de que os estoques no país fiquem em níveis ainda mais baixos.

“Os prêmios dão suporte ao mercado físico, e estão tentando originar soja nos Estados Unidos, no entanto, os produtores norte-americanos não querem comercializar o produto”, explica o analista de mercado da New Edge, Daniel D’Ávilla.

Frente a esse cenário ajustado, os contratos mais curtos ainda têm fôlego para repiques nos preços, segundo afirma o analista. Já os vencimentos de mais longo prazo são uma incógnita, uma vez que, o Brasil e a Argentina têm soja disponível, então a expectativa de uma grande na América do Sul e dos Estados Unidos tem pressionado esses vencimentos. No entanto, o desenvolvimento da safra norte-americana ainda dependerá de condições climáticas favoráveis.

“O próximo momento de grande alta ou de queda para o mercado será no verão americano onde as condições climáticas irão impactar os preços no mercado, por enquanto, vivemos de especulação e o mercado não se movimenta tanto”, diz D’Ávilla.

Na contramão desse quadro, os futuros do milho encerraram o pregão em queda na CBOT. Os principais contratos registraram perdas entre 1,25 e 7,25 pontos. O analista sinaliza que as previsões indicando uma melhora climática nos EUA, o que poderia favorecer o avanço na semeadura do cereal, pressionaram negativamente as cotações.

“A janela de plantio se fecha rapidamente até o dia 10 de maio é ideal para a semeadura. E na próxima segunda-feira (29) será divulgado novo relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e a expectativa é que o plantio tenha evoluído para 10% da área projetada, no mesmo período do ano passado o percentual era de 50%”, relata o analista.

Veja como ficaram as cotações dos grãos no fechamento desta sexta-feira (26):

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>> TRIGO

ECONOMIA E NEGÓCIOS - LUCROS DA PETROBRAS - jornaldobrasil.com.br veiculou

Petrobras tem lucro de R$ 7,7 bilhões, queda de 17% em 12 meses
 
O lucro líquido da Petrobras caiu 17% no primeiro trimestre, para R$ 7,7 bilhões, com a empresa registrando queda na produção, redução das exportações e aumento das importações. Apesar da queda, o resultado veio acima das expectativas de analistas ouvidos pela Reuters, que aguardavam, em média, um lucro de R$ 6,7 bilhões ante o mesmo período de 2012.

A maior empresa brasileira reduziu a produção de petróleo e gás em 5% no período em relação ao primeiro trimestre de 2012, mas conseguiu aumentar em 10% o processamento de derivados para atender a crescente demanda interna.

Por conta do aumento do refino e dos reajustes dos preços da gasolina e do diesel no período, o prejuízo da área de Abastecimento caiu 7% para R$ 4,25 bilhões, contra perdas de R$ 4,59 bilhões no três primeiros meses de 2012.

O aumento das importações para atender o mercado interno e queda nas exportações levou a Petrobras a ter um déficit (exportações menos importações) de 454 mil barris/dia de petróleo e derivados no primeiro trimestre deste ano, volume nove vezes superior ao registrado no mesmo período de 2012, de 50 mil barris/dia.

O Ebitda ajustado, indicador de geração de caixa operacional, somou R$ 16,23 bilhões no primeiro trimestre, queda de 2% em relação ao mesmo período de 2012. Pesquisa da Reuters apontava um Ebitda de R$ 14,5 bilhões.

A receita de vendas da Petrobras somou R$ 72,53 bilhões, alta de 10% ante o trimestre de 2012, mas abaixo da expectativa de analistas (R$ 73,4 bilhões).

CULTURA/LITERATURA - A IDENTIDADE DE STALIN - uol.com.br veiculou

Em livro, historiadora esmiúça a intimidade solitária de Stálin
 
IRINEU FRANCO PERPETUO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Um dos ditadores mais sanguinários do século 20 era um homem simples e solitário, amigo da leitura e avesso ao luxo --e paranoico o suficiente para submeter membros de sua própria família a expurgos com os quais aterrorizou o maior país do mundo ao longo de três décadas.
Um retrato complexo e contraditório, não destituído de toques de simpatia, é o que emerge em "A Vida Privada de Stálin", que a sovietóloga francesa de origem romena Lilly Marcou, 77, publicou em 1996, e que está saindo agora no Brasil, pela Zahar.
Em entrevista à Folha, por telefone, de Paris, ela conta que foi ensinada pelo pai a reverenciar os russos. Não custa lembrar que, na Segunda Guerra Mundial, a Romênia era aliada da Alemanha nazista contra a URSS.
Divulgação
Foto de Josef Stálin durante onde retrata a juventude do ditador que ficou no poder da extinta União Soviética de 1928 a 1953
Foto de Josef Stálin durante onde retrata a juventude do ditador que ficou no poder da extinta União Soviética de 1928 a 1953
"Ele me dizia que os russos iam nos libertar", conta. "Depois, na Romênia comunista, fui educada no culto a Stálin, e cheguei até a lhe escrever uma carta, aos 12 anos."
Radicada na França há mais de 30 anos e doutora em história pela Universidade de Paris 4 - Sorbonne, Marcou tem vários livros publicados sobre a URSS.
Para fuçar a vida privada do sucessor de Lênin, ela visitou a Rússia no começo dos anos 1990. Teve acesso a arquivos até então fechados e entrevistou parentes do ditador, cujos depoimentos são um diferencial do livro.
"Tive sorte. Eles não confiam muito em ocidentais, mas acho que confiaram em mim pela origem romena e por causa da idade", conta Marcou, que agora está envolvida num projeto para transformar o livro em documentário para a TV francesa.
Ela esquadrinha a vida doméstica de Stálin, seus dois casamentos, os casos amorosos, a relação conturbada com os filhos e os expurgos que atingiram até membros de seu círculo familiar.
Enquanto não poupa o Stálin do círculo privado, Marcou parece simpatizar com sua faceta pública.
Justifica o pacto com Hitler, relativiza os horrores da coletivização forçada, absolve-o do assassinato de Kírov, demonstra antipatia para com Trótski e Khruschov e louva avanços industriais obtidos pela URSS em seu tempo.
Ela nega, porém, que seu intento seja reabilitar o ditador. "Um trotskista chegou a escrever isso. Mas meu livro não tem nada de reabilitação. Todos os crimes de Stálin estão lá. Só que não com aquelas cifras de milhões de vítimas, que são um exagero."
Embora defenda que a cidade de Volgogrado volte a ter o nome que a celebrizou na Segunda Guerra --Stalingrado--, Marcou nega vínculos ideológicos com o ditador.
"Eu nem sou comunista", afirma. "O que busco é a verdade --pelo menos, a verdade como ela apareceu para mim em depoimentos e documentos a que tive acesso", diz, equiparando Stálin a déspotas russos do passado, como Ivan, o Terrível, e Pedro, o Grande.
A VIDA PRIVADA DE STÁLIN
AUTORA Lilly Marcou
EDITORA Zahar
TRADUÇÃO André Telles
QUANTO R$ 54,90 (248 págs.)

CAMPEONATO PARANAENSE 2013 - INFELIZMENTE COMO JÁ PREVIÁMOS DESDE O INÍCIO, MAIS UMA VEZ O OPERÁRIO NADOU...NADOU...E MORREU NA PRAIA

Últimos resultadosMais resultados28/04
Paranavaí 0 x 3 Paraná
Cianorte 2 x 2 Nacional
J. Malucelli 1 x 0 Toledo
Coritiba 3 x 1 Londrina
Arapongas 2 x 1 Rio Branco
Operário 4 x 1 Atlético-PR
21/04
Nacional 0 x 1 Arapongas
Londrina 3 x 0 J. Malucelli

classificação final segundo turno:

1 Atlético-PR261182120137
2 Londrina251181219712
3 Coritiba2111632261313
4 Operário2111632211011
5 Paraná191154214104
6 J. Malucelli181160512120
7 Arapongas13114161519-4
8 Toledo1211335912-3
9 Rio Branco11113261520-5
10 Cianorte10113171318-5
11 Nacional511128516-11
12 Paranavaí511128524-19