sexta-feira, 11 de março de 2016

plantaodacidade.com.br veiculou: Diretoria do Evangélico pede interrupção do atendimento a gestantes e recém-nascidos

Diretoria do Evangélico pede interrupção do atendimento a gestantes e recém-nascidos
Helcio Kovaleski - Assessoria

A nova diretoria do Hospital Evangélico pediu a interrupção do atendimento a gestantes e recém-nascidos por tempo indeterminado. A informação chegou no final da tarde desta quinta-feira (10) ao vereador Pietro Arnaud (Rede), vice-presidente da Câmara Municipal de Ponta Grossa e presidente da Comissão Especial de Investigação (CEI) das Maternidades – Comissão Especial de Investigação criada para analisar situações envolvendo o atendimento médico a gestantes e recém-nascidos em Ponta Grossa.
"Acabei de receber a informação de que o Hospital Evangélico oficiou a 3ª Regional de Saúde e o Ministério Público [do Estado do Paraná, MP/PR] requerendo um prazo para a suspensão das atividades", relata Pietro. Segundo ele, conforme informações que levantou, a diretoria do hospital está solicitando que as gestantes sejam provisoriamente atendidas na Maternidade Santana-Unimed, no Hospital Geral Unimed (HGU) e na Santa Casa de Misericórdia.
"Essa é uma notícia preocupante. Mas, ao mesmo tempo, ela ratifica o fato de que todos os nossos argumentos após as investigações feitas CEI das Maternidades eram verdadeiros", observa Pietro. "Essa decisão da nova diretoria do Hospital Evangélico reitera que o nosso trabalho na comissão sempre esteve no caminho correto. Eu estava certo quando apontava que a então administração do hospital estava equivocada. Agora, com a nova administração, os nossos argumentos estão sendo reconhecidos na totalidade", complementa.
Demissão
Em 23 de fevereiro passado, Pietro Arnaud recebeu a notícia de que a então diretora administrativa do Hospital Evangélico, Rosecléia Simão Venske, havia pedido demissão do cargo no dia anterior. Ela foi substituída por Rosilene Gomes.
Rosecléia chegou a ser convidada pela CEI das Maternidades para ser ouvida, em 30 de julho de 2015, pelos cinco integrantes da Comissão: Pietro Arnaud, presidente; Pastor Ezequiel Bueno (PRB), relator-geral; e Amauri Manosso (Rede), Taíco Nunes (PTN) e Professor Careca (SD), relatores especiais. No entanto, ela não compareceu à oitiva, alegando estar sem “condições de saúde”.

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