Em PG, 7 mil metalúrgicos querem reajuste de 10,3%
Se de um lado os metalúrgicos pedem um reajuste salarial de 10,3%, do outro as empresas oferecem 8,5% (6,5% de reposição inflacionária e 2% de aumento real). O impasse deverá ser resolvido nos próximos dias, uma vez que a data base da categoria é dezembro. A negociação envolve mais de 200 metalúrgicas que produzem em Ponta Grossa. Juntas, elas empregam entre 6 mil e 7 mil trabalhadores.
De acordo com Mauro Cesar Pereira de Carvalho, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Ponta Grossa, uma nova rodada de negociação está marcada para hoje com o sindicato patronal (Sindimetal). “Nosso objetivo é atingir os 10,3% que estamos pedindo. Vamos conversar novamente com o patronal se chegamos a este percentual”, fala.
Para o presidente do Sindimetal, José Livio Burda, as metalúrgicas não conseguirão atender ao pedido da categoria. “Não conseguiremos porque o mercado está desaquecendo. O reajuste médio que está sendo concedido no Paraná corresponde ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais 1,5% e nós estamos ofertando o INPC mais 2%. Se elevarmos os salários em mais as empresas pequenas irão quebrar. A mão de obra que não é qualificada vai ficar muita cara e pode haver desemprego na cidade. Em Santa Catarina, a mão de obra é mais barata que no Paraná”, diz.
Para Burda, o reajuste que está sendo oferecido pode ser considerado bom. “Difícil vai ser de acertar em 10,3%”, considera.
Hubner
Ontem, os funcionários da Hubner participaram de uma assembleia com o Sindicato dos Metalúrgicos. “Nesta empresa, temos uma pauta específica porque existem outras unidades do grupo em Curitiba. Lá, o reajuste foi acertado em 25 de novembro. Queremos que o acordo válido para a Rodolinea e Autolinea passe a valer aqui também”, diz Mauro. Na próxima terça-feira, a empresa deverá apresentar uma contraproposta ao sindicato. “Se não houver avanço na negociação haverá paralisação”, adianta Mauro.
Negociação
De acordo com Nelson Hubner, presidente do Grupo Hubner, a empresa cumprirá o que for acordado entre os sindicatos. “Espero que logo sejam findadas as negociações. Temos que observar a realidade de cada cidade onde fabricamos. Cada empresa é diferente, assim como cada região. Em Blumenau é uma realidade, em Minas outra e em Curitiba também é diferente”, observa.
De acordo com Mauro Cesar Pereira de Carvalho, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Ponta Grossa, uma nova rodada de negociação está marcada para hoje com o sindicato patronal (Sindimetal). “Nosso objetivo é atingir os 10,3% que estamos pedindo. Vamos conversar novamente com o patronal se chegamos a este percentual”, fala.
Para o presidente do Sindimetal, José Livio Burda, as metalúrgicas não conseguirão atender ao pedido da categoria. “Não conseguiremos porque o mercado está desaquecendo. O reajuste médio que está sendo concedido no Paraná corresponde ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais 1,5% e nós estamos ofertando o INPC mais 2%. Se elevarmos os salários em mais as empresas pequenas irão quebrar. A mão de obra que não é qualificada vai ficar muita cara e pode haver desemprego na cidade. Em Santa Catarina, a mão de obra é mais barata que no Paraná”, diz.
Para Burda, o reajuste que está sendo oferecido pode ser considerado bom. “Difícil vai ser de acertar em 10,3%”, considera.
Hubner
Ontem, os funcionários da Hubner participaram de uma assembleia com o Sindicato dos Metalúrgicos. “Nesta empresa, temos uma pauta específica porque existem outras unidades do grupo em Curitiba. Lá, o reajuste foi acertado em 25 de novembro. Queremos que o acordo válido para a Rodolinea e Autolinea passe a valer aqui também”, diz Mauro. Na próxima terça-feira, a empresa deverá apresentar uma contraproposta ao sindicato. “Se não houver avanço na negociação haverá paralisação”, adianta Mauro.
Negociação
De acordo com Nelson Hubner, presidente do Grupo Hubner, a empresa cumprirá o que for acordado entre os sindicatos. “Espero que logo sejam findadas as negociações. Temos que observar a realidade de cada cidade onde fabricamos. Cada empresa é diferente, assim como cada região. Em Blumenau é uma realidade, em Minas outra e em Curitiba também é diferente”, observa.
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