Publicado em 04 de Janeiro de 2012, às 01h00min | Autor: Emmanuel Fornazari
Fila da casa própria tem 18 mil famílias
Em dois anos o número de interessados em conseguir uma moradia por programas sociais de habitação subiu 64% em PG
A Defesa Civil fez Angelina de Souza sair de sua antiga casa e, agora, ela está a espera de uma moradia
O ano é 1998. O nome Angelina de Souza. Há treze anos, a dona de casa espera ser contemplada com uma moradia através dos programas sociais atrelados a Companhia Ponta-grossense de Habitação (Prolar). Angelina até chegou a entrar na lista de contemplados com uma residência no Conjunto Habitacional Amália, porém acabou perdendo o benefício por supostos problemas no cadastro. “Dizem que eu tenho um financiamento pela Caixa [Econômica], mas eu não tenho. Colocaram que eu tenho quatro filhos, mas eu tenho três, dois contemplados com o [programa] Bolsa Família”.
A dona de casa não se conforma com a situação. “Agora que consegui aparece este tipo de problema”, lamenta. Angelina morava na Vila Guaíra, no entanto, foi obrigada a se retirar, porque a Defesa Civil considerou o local como área de risco. “Tiraram foto, fizeram a gente sair e agora estou pagando aluguel desde 2009”.
Leia a matéria na integra no JM impresso.
A dona de casa não se conforma com a situação. “Agora que consegui aparece este tipo de problema”, lamenta. Angelina morava na Vila Guaíra, no entanto, foi obrigada a se retirar, porque a Defesa Civil considerou o local como área de risco. “Tiraram foto, fizeram a gente sair e agora estou pagando aluguel desde 2009”.
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