sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

NOTICIA PREOCUPANTE - SITE JMNEWS.COM.BR - com o devido respeito trata-se de uma noticia funebre. E o pior e que ainda tem gente querendo acreditar que Ponta Grossa pode ser escolhida como sub-sede.

MTur exclui Parque Estadual de Vila Velha

Vila Velha não aparece na lista de 184 destinos turísticos merecedores de visita durante a Copa. Sem a indicação, a cidade não recebe verba

Credito: Arquivo JM
Parque Estadual de Vila Velha ficou de fora da lista do Ministério do Turismo para a Copa do Mundo
Os visitantes estrangeiros que chegarem ao Brasil para a Copa de 2014 não vão saber, pelo menos através de guias turísticos do Governo Federal, que na cidade de Ponta Grossa existe o Parque Estadual de Vila Velha, um dos principais pontos turísticos do Paraná. A área foi excluída da lista de indicações do Ministério do Turismo (MTur) que elenca os pontos que merecem ser visitados durante o mundial. “Isto vai prejudicar bastante a chamada de turistas, sem o intermédio que poderia ser feio pelo Ministério, com uma divulgação nacional. Eles [estrangeiros] vão receber uma lista de sugestões e Vila Velha não vai estar lá”, lamenta o presidente da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (Acipg), Márcio Pauliki.
Para o representante, o Parque de Vila Velha sofre por conta de uma gestão que deixa de lado o incentivo turístico. “É mais voltado para a questão ambiental, do que do turismo. Não queremos que diminua a proteção, é importante, mas temos que apoiar o turismo na mesma intensidade”, aponta. O Instituto Ambiental de Paraná (IAP) é quem geria o parque até o ano passado. Agora, a gestão vai ser repassada para a EcoParaná. O representante do Ponta Grossa Conventions & Visitors Bureau, Eros de Freitas, acredita que a mudança vai beneficiar os trabalhos. “O parque tem potencialidade, só falta vontade de investimento”, indica, ao reforçar a crítica ao modo de gerência antigo. “Do jeito que estava, não adiantava nem divulgar. O número de visitantes era muito pequeno, tinha ônibus e não tinha pneu, era complicado”.
Leia a matéria na integra no JM impresso.

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