“CABIDÃO”
Após criar cargos em comissão, Rangel promete cortes
out 11, 2013 Posted Destaques, Política e Informação Tagged Angela Mercer de Mello, Associação dos Municípios dos Campos Gerais (AMCG), Braz Rizzi, DEM, Edir Havrechaki, Hospital Ana Fiorillo Menarin, Marcelo Rangel, PPS, PSC, PSD, PTB, Reinaldo Cardoso, Valentim Milléo – “Tim”
O prefeito Marcelo Rangel (PPS), que no início do mandato criou 94 novos cargos em comissão, o “cabidão”, como ficou conhecido, prometeu ontem cortar cargos comissionados. A promessa foi feita em coletiva para a imprensa, junto com prefeitos de Municípios da região, após reunião da Associação dos Municípios dos Campos Gerais (AMCG). Rangel também prometeu controlar as horas extras dos servidores. “Vamos trabalhar com a questão das horas extras e dos cargos comissionados. Estamos analisando. Temos uma situação um pouco melhor, não atingimos o limite prudencial, estamos segundo o último relatório em torno de 49 a 50%. De qualquer maneira, todo o tipo de contenção de despesas neste momento de final de ano, que precisamos ter reservas no orçamento para as questões da saúde e alguns projetos que precisamos iniciar até o final do ano, é importante para a população”, prometeu e defendeu o prefeito de Ponta Grossa.
Rangel comentou ainda a proposta de suplementação orçamentária na ordem de R$ 12,8 milhões que será enviada para a Câmara Municipal. Para cumprir com as obrigações, entre elas a folha de pagamento do funcionalismo, o governo municipal aposta em um superávit de arrecadação. “Isso se chama reserva para tendência e acontece todo ano”, minimizou o prefeito, afirmando ter dificuldades devido à receita estar abaixo do previsto.
Os prefeitos anunciaram medidas para controlar gastos e cortar despesas em conjunto, que serão adotadas pelos Municípios pontualmente para não fechar o ano no ‘vermelho’. São elas: não contratação de horas extras, com a exceção de serviços emergenciais como a saúde e educação; redução de até 20% do custo com os cargos comissionados; redução das funções gratificadas; redução de jornada de trabalho nas Prefeituras a partir do dia 1º de novembro; e recesso no período de 20 de dezembro a 10 de janeiro. “Decidimos medidas que cada Município, dentro da sua particularidade, estará tomando ou não. Temos prefeituras acima do limite prudencial e outras em situação confortável. São medidas até o final do ano para que possamos fechar o nosso primeiro ano de mandato com a prestação de contas para o Tribunal. Não serão medidas para o ano que vem”, afirmou a presidente da AMCG e prefeita de Tibagi, Ângela Mercer de Mello (PTB).
Para a presidente da AMCG, a arrecadação baixa e os gastos extras levaram os Municípios a estarem adotando as medidas anunciadas. “Muito pontual dentro de cada prefeitura. Eu dei 7% e o prefeito Marcelo Rangel deu 10% de aumento para o funcionalismo. Tivemos situações com chuvas, Castro e Piraí do Sul tiveram que assumir os seus hospitais”, relatou Ângela, destacando a importância dos Municípios trabalharem em conjunto. Ângela lembrou que assumiu a Prefeitura de Tibagi com R$ 6 milhões em dívidas, entre elas o 13º salário dos servidores.
Para o prefeito de Castro, Reinaldo Cardoso, um dos principais problemas é a redução do repasse da União para os Municípios. “Houve um aumento das despesas e a arrecadação não acompanhou, principalmente com a redução do Fundo de Participação dos Municípios”, disse.
Os prefeitos também discutiram a necessidade de aumentar a arrecadação para fazer frente às despesas nos Municípios. “Através do aumento de impostos e a implantação de ICMS ecológico”, disse Ângela, informando que uma nova reunião será convocada para que o assunto seja aprofundado.
Rangel comentou ainda a proposta de suplementação orçamentária na ordem de R$ 12,8 milhões que será enviada para a Câmara Municipal. Para cumprir com as obrigações, entre elas a folha de pagamento do funcionalismo, o governo municipal aposta em um superávit de arrecadação. “Isso se chama reserva para tendência e acontece todo ano”, minimizou o prefeito, afirmando ter dificuldades devido à receita estar abaixo do previsto.
Os prefeitos anunciaram medidas para controlar gastos e cortar despesas em conjunto, que serão adotadas pelos Municípios pontualmente para não fechar o ano no ‘vermelho’. São elas: não contratação de horas extras, com a exceção de serviços emergenciais como a saúde e educação; redução de até 20% do custo com os cargos comissionados; redução das funções gratificadas; redução de jornada de trabalho nas Prefeituras a partir do dia 1º de novembro; e recesso no período de 20 de dezembro a 10 de janeiro. “Decidimos medidas que cada Município, dentro da sua particularidade, estará tomando ou não. Temos prefeituras acima do limite prudencial e outras em situação confortável. São medidas até o final do ano para que possamos fechar o nosso primeiro ano de mandato com a prestação de contas para o Tribunal. Não serão medidas para o ano que vem”, afirmou a presidente da AMCG e prefeita de Tibagi, Ângela Mercer de Mello (PTB).
Para a presidente da AMCG, a arrecadação baixa e os gastos extras levaram os Municípios a estarem adotando as medidas anunciadas. “Muito pontual dentro de cada prefeitura. Eu dei 7% e o prefeito Marcelo Rangel deu 10% de aumento para o funcionalismo. Tivemos situações com chuvas, Castro e Piraí do Sul tiveram que assumir os seus hospitais”, relatou Ângela, destacando a importância dos Municípios trabalharem em conjunto. Ângela lembrou que assumiu a Prefeitura de Tibagi com R$ 6 milhões em dívidas, entre elas o 13º salário dos servidores.
Para o prefeito de Castro, Reinaldo Cardoso, um dos principais problemas é a redução do repasse da União para os Municípios. “Houve um aumento das despesas e a arrecadação não acompanhou, principalmente com a redução do Fundo de Participação dos Municípios”, disse.
Os prefeitos também discutiram a necessidade de aumentar a arrecadação para fazer frente às despesas nos Municípios. “Através do aumento de impostos e a implantação de ICMS ecológico”, disse Ângela, informando que uma nova reunião será convocada para que o assunto seja aprofundado.
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