Paralisação dos bancários
Publicado em 04 de Outubro de 2013, às 00h00min | Autor: Eduardo Farias, da redação
População critica greve nos bancos
A greve dos bancários, que iniciou no último dia 19 de setembro e já dura 16 dias, tem gerado a insatisfação dos clientes dos bancos. Vários leitores procuraram o JM
A greve dos bancários, que iniciou no último dia 19 de setembro e já dura 16 dias, tem gerado a insatisfação dos clientes dos bancos. Vários leitores procuraram o JM para reclamar da situação.O prejuízo maior é para os comerciantes e para quem tem que pagar contas, principalmente, nos bancos privados, que não contam com correspondentes, como ocorre no caso da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil.
A greve foi deflagrada por tempo indeterminado e a adesão dos bancos privados tem aumentado nos últimos dias, diante da falta de negociação por parte da Federação Nacional de Bancos (Fenaban).
Enquanto a situação não se resolve, os bancos continuam fechados e a população precisa encontrar meios para contornar a falta dos serviços bancários. No caso dos comerciantes, a demanda pelos serviços é maior, o que causa transtorno cada dia em que os bancos ficam com as portas fechadas. “No que é possível a gente procura as lotéricas ou os correspondentes bancários, mas existem situações que que isso não é possível”, lamenta o leitor Josué Ribeiro, emendando que respeita o direito à greve, mas entende que a população não pode ser prejudicada.
Sindicato lamenta impacto negativo e culpa falta de diálo
O presidente do Sindicato dos Bancários de Ponta Grossa e Região, Gilberto Leite, disse que a classe tem procurado diminuir o impacto da greve, promovendo alternância na abertura de agências. Ele afirma que entende a reclamação da população e frisa que a situação também não é confortável para os bancários. “A greve é a nossa última alternativa para tentar mudar um cenário desfavorável, de exploração da classe pelos bancos”, afirma Gilberto, enfatizando que a falta de diálogo dos banqueiros obriga os bancários a prosseguirem com a greve.
A greve foi deflagrada por tempo indeterminado e a adesão dos bancos privados tem aumentado nos últimos dias, diante da falta de negociação por parte da Federação Nacional de Bancos (Fenaban).
Enquanto a situação não se resolve, os bancos continuam fechados e a população precisa encontrar meios para contornar a falta dos serviços bancários. No caso dos comerciantes, a demanda pelos serviços é maior, o que causa transtorno cada dia em que os bancos ficam com as portas fechadas. “No que é possível a gente procura as lotéricas ou os correspondentes bancários, mas existem situações que que isso não é possível”, lamenta o leitor Josué Ribeiro, emendando que respeita o direito à greve, mas entende que a população não pode ser prejudicada.
Sindicato lamenta impacto negativo e culpa falta de diálo
O presidente do Sindicato dos Bancários de Ponta Grossa e Região, Gilberto Leite, disse que a classe tem procurado diminuir o impacto da greve, promovendo alternância na abertura de agências. Ele afirma que entende a reclamação da população e frisa que a situação também não é confortável para os bancários. “A greve é a nossa última alternativa para tentar mudar um cenário desfavorável, de exploração da classe pelos bancos”, afirma Gilberto, enfatizando que a falta de diálogo dos banqueiros obriga os bancários a prosseguirem com a greve.
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