Quadrilha explode caixa eletrônico e rouba cerca de R$ 64 mil
Publicado em: 19/10/2013 - 00:00 | Atualizado em: 18/10/2013 - 20:31
Na madrugada de ontem, dois caixas do Banco Itaú foram destruídos por quadrilha em Ipiranga. O banco fica a 20 metros do destacamento da Polícia Militar. Um vizinho do banco que mora em frente à agência viu a movimentação e ligou para a polícia. Segundo o comandante do destacamento, Sargento Roberto Tomassewiski, foi roubado aproximadamente R$ 64 mil, ele conta que na hora da ocorrência dois policiais estavam no local, assim que foi comunicado eles foram até lá.
Foram nove homens, todos encapuzados e armados com fuzis, a Policia Militar foi acionada, através do 190, quando o policial que estava de plantão olhou na janela para checar a informação, os homens atiraram contra o local e os policiais revidaram. “Eles estavam fortemente armados, assim que ele viu que o policial saiu na janela, eles começaram a atirar em direção ao destacamento, foram cerca de 50 tiros”, explica. Tomassewiski comenta que os policiais foram ameaçados. “Em todo momento eles gritavam que não era para ninguém sair, se caso saissem eles matariam os policiais”, relata Tomassewiski. Os tiros danificaram os vidros e a parede do destacamento, mas ninguém ficou ferido. “Pudemos perceber que enquanto uns agiam no banco outros ficaram cuidado e olhando para a delegacia”, diz.
A ação durou cerca de cinco minutos, após o tiroteio eles saíram do local em dois carros, um Renault Duster e um Gol preto, eles seguiram sentido Ponta Grossa. Segundo o sargento, a explosão dos caixas aconteceu depois do tiroteio. “Foi tudo muito rápido, analisamos as imagens do banco e dos locais próximos e vimos que a ação levou no máximo uns cinco minutos”, explica Tomassewiski. Foram feitas buscas pela região e nada foi encontrado, as equipes das cidades vizinhas foram acionadas. O sargento conta que estavam sendo feito intensificado próximo as agencias, mas não foi notado nada de anormal, nem pessoas suspeitas nos últimos dias.
Existem indícios que seja a mesma quadrilha que explodiu outros caixas na região, pois a maneira de agir do grupo é a mesma que explodiu uma agência do Banco do Brasil e um caixa que ficava em um mercado de Fernandes Pinheiro no começo do mês de agosto e das três agências que foram explodidas em Castro no fim do mesmo mês.
Foram nove homens, todos encapuzados e armados com fuzis, a Policia Militar foi acionada, através do 190, quando o policial que estava de plantão olhou na janela para checar a informação, os homens atiraram contra o local e os policiais revidaram. “Eles estavam fortemente armados, assim que ele viu que o policial saiu na janela, eles começaram a atirar em direção ao destacamento, foram cerca de 50 tiros”, explica. Tomassewiski comenta que os policiais foram ameaçados. “Em todo momento eles gritavam que não era para ninguém sair, se caso saissem eles matariam os policiais”, relata Tomassewiski. Os tiros danificaram os vidros e a parede do destacamento, mas ninguém ficou ferido. “Pudemos perceber que enquanto uns agiam no banco outros ficaram cuidado e olhando para a delegacia”, diz.
A ação durou cerca de cinco minutos, após o tiroteio eles saíram do local em dois carros, um Renault Duster e um Gol preto, eles seguiram sentido Ponta Grossa. Segundo o sargento, a explosão dos caixas aconteceu depois do tiroteio. “Foi tudo muito rápido, analisamos as imagens do banco e dos locais próximos e vimos que a ação levou no máximo uns cinco minutos”, explica Tomassewiski. Foram feitas buscas pela região e nada foi encontrado, as equipes das cidades vizinhas foram acionadas. O sargento conta que estavam sendo feito intensificado próximo as agencias, mas não foi notado nada de anormal, nem pessoas suspeitas nos últimos dias.
Existem indícios que seja a mesma quadrilha que explodiu outros caixas na região, pois a maneira de agir do grupo é a mesma que explodiu uma agência do Banco do Brasil e um caixa que ficava em um mercado de Fernandes Pinheiro no começo do mês de agosto e das três agências que foram explodidas em Castro no fim do mesmo mês.
| Rodrigo Covolan |
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| A suspeita é que seja a mesma quadrilha que agiu em Fernandes Pinheiro e Castro |
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