- Qui, 02 de Maio de 2013 00:00
- André Packer e Karina Chichanoski
- Acessos: 33
Morar por 20 anos ao lado de um córrego que recebe esgoto e tem “ratos do tamanho de um gato” não basta. Além disso, por cinco vezes neste período, os alagamentos já invadiram a casa da dona de casa, Vanda Bilobuss. A única solução, então, para os moradores da Vila Cara-cará, é (re)erguer os móveis e esperar a água abaixar.
Esgoto a céu aberto transmite doenças aos moradores
Moradores esperam atitude dos órgãos municipais há cinco anos
Editorial: Longe dos olhos dos órgãos públicos
As casas, localizadas a cerca de 4 metros do córrego, configuram área de risco e área de proteção permanente. Segundo o presidente da Associação de Moradores da Vila Cará-Cárá, José Renato dos Santos, os funcionários da PROLAR já fizeram um levantamento na região, mas não voltaram. Com os alagamentos, a circulação de automóveis torna-se impraticável.
A região de habitação perigosa também traz doença para os moradores da região. De acordo com o morador Ademar Cordeiro de Jesus, as duas filhas têm doenças que são agravadas pela situação do córrego. Ele também reclama das cobras e ratos que habitam a região.
A enfermeira do Posto de Saúde da região, Raimunda Bitu Costa, afirma que há casos de verminose e hepatite - doenças ligadas ao contato com esgoto e água contaminada.
Além desses problemas, o mau cheiro, agravado pelo clima quente, é sentido em toda a região, e é alvo de reclamação dos moradores. O terreno pertence à América Latina Logística (ALL) que, segundo os moradores, seria a responsável pela limpeza do córrego – que não é realizada. Inclusive, de acordo com José Renato, um guarda da ALL já tentou impedir que os moradores limpassem o córrego.
Os repórteres do Portal Comunitário entraram em contato com a ALL, no dia 19 de março, mas a empresa não se pronunciou sobre o assunto.
Próximo bloco
Esgoto a céu aberto transmite doenças aos moradores
Moradores esperam atitude dos órgãos municipais há cinco anos
Editorial: Longe dos olhos dos órgãos públicos
As casas, localizadas a cerca de 4 metros do córrego, configuram área de risco e área de proteção permanente. Segundo o presidente da Associação de Moradores da Vila Cará-Cárá, José Renato dos Santos, os funcionários da PROLAR já fizeram um levantamento na região, mas não voltaram. Com os alagamentos, a circulação de automóveis torna-se impraticável.
A região de habitação perigosa também traz doença para os moradores da região. De acordo com o morador Ademar Cordeiro de Jesus, as duas filhas têm doenças que são agravadas pela situação do córrego. Ele também reclama das cobras e ratos que habitam a região.
A enfermeira do Posto de Saúde da região, Raimunda Bitu Costa, afirma que há casos de verminose e hepatite - doenças ligadas ao contato com esgoto e água contaminada.
Além desses problemas, o mau cheiro, agravado pelo clima quente, é sentido em toda a região, e é alvo de reclamação dos moradores. O terreno pertence à América Latina Logística (ALL) que, segundo os moradores, seria a responsável pela limpeza do córrego – que não é realizada. Inclusive, de acordo com José Renato, um guarda da ALL já tentou impedir que os moradores limpassem o córrego.
Os repórteres do Portal Comunitário entraram em contato com a ALL, no dia 19 de março, mas a empresa não se pronunciou sobre o assunto.
Próximo bloco
Nenhum comentário:
Postar um comentário