Alvará
suspenso
Publicado em 10 de Outubro de 2013, às 00h00min | Autor: Stiven de Souza
Câmara repudia ação contra Skyline Towers
Em sessão, vereadores aprovam moção de repúdio sobre liminar que suspende empreendimentos no Jardim América. Ação popular “atropela” decisão do Legislati
A Câmara manifestou, ontem, sua indignação contra a “ação popular” que
suspendeu o alvará do empreendimento Skyline Towers, no Jardim
América.
Requerida pelos vereadores Júlio Küller (PSD), George de Oliveira (PMN) e Sebastião Mainardes (DEM), a moção de repúdio foi direcionada a Luis Pilatti, Antonio Azim, Ermar Toniolo, Ana Cristina Scheffer e Guilherme Madureira, os cinco moradores do bairro que moveram a ação popular. Os parlamentares classificaram a medida como um “retrocesso” ao desenvolvimento sustentável do município e afirmaram haver instabilidade nos três poderes.
Para o vereador Mainardes, foram interesses pessoais e não da coletividade que ocasionaram na suspensão do projeto. “Eles simplesmente não querem os prédios perto de suas casas, não têm argumentos”, diz.
George afirma que houve interferência do Judiciário nas competências do Legislativo. “Atropelaram à Câmara, que é quem tem o poder de legislar”, ressalta.
Leia a matéria na integra no JM impresso.
Requerida pelos vereadores Júlio Küller (PSD), George de Oliveira (PMN) e Sebastião Mainardes (DEM), a moção de repúdio foi direcionada a Luis Pilatti, Antonio Azim, Ermar Toniolo, Ana Cristina Scheffer e Guilherme Madureira, os cinco moradores do bairro que moveram a ação popular. Os parlamentares classificaram a medida como um “retrocesso” ao desenvolvimento sustentável do município e afirmaram haver instabilidade nos três poderes.
Para o vereador Mainardes, foram interesses pessoais e não da coletividade que ocasionaram na suspensão do projeto. “Eles simplesmente não querem os prédios perto de suas casas, não têm argumentos”, diz.
George afirma que houve interferência do Judiciário nas competências do Legislativo. “Atropelaram à Câmara, que é quem tem o poder de legislar”, ressalta.
Leia a matéria na integra no JM impresso.
Nenhum comentário:
Postar um comentário