Polícia conclui inquérito sobre suposto autossequestro de Ana Maria
abr 4, 2013 Posted Com foto, Destaques, Política e InformaçãoTagged Ana Maria de Holleben, PT0 Comentários
Foi concluído ontem o inquérito da Polícia Civil sobre o suposto falso sequestro da vereadora Ana Maria de Holleben (PT). O documento, que tem cerca de 500 páginas, traz depoimentos de aproximadamente 20 pessoas, seis das quais foram indiciadas: a própria vereadora, Reginaldo da Silva Nascimento (funcionário da Câmara Municipal que teria levado a vereadora até um falso esconderijo), Idalécio Valverde da Silva (primo de Idalécio que levou Ana Maria ao encontro de Reginaldo), Susicléia Valverde da Silva (esposa de Idalécio), Adauto Valverde da Silva (irmão de Idalécio) e a mãe da vereadora, Branca Branco de Holleben.
De todos os indiciados, Branca é a única que não havia sido mencionada como colaboradora do suposto autossequestro no início das investigações, no começo de janeiro deste ano. Segundo o delegado Josimar Antônio da Silva, da 13ª Subdivisão Policial de Ponta Grossa, Ana Maria, Susicléia e Branca foram indiciadas pelos crimes de formação de quadrilha e comunicação falsa de crime.
Além desses dois crimes, Idalécio e Reginaldo foram também indiciados por fraude processual, ou seja, por terem – supostamente – criado falsas provas de sequestro. Adauto foi enquadrado apenas no crime de favorecimento pessoal. O inquérito deve ser remetido à Promotoria Criminal da cidade, que terá 30 dias para analisar o documento. Neste período, o promotor de justiça poderá pedir novas diligências à polícia, oferecer denúncia à Justiça ou até mesmo arquivar o caso. A vereadora alega que não lembra o que aconteceu com ela durante o suposto sequestro, devido ao efeito de um medicamento, mas nega as acusações. (Gazeta do Povo)
De todos os indiciados, Branca é a única que não havia sido mencionada como colaboradora do suposto autossequestro no início das investigações, no começo de janeiro deste ano. Segundo o delegado Josimar Antônio da Silva, da 13ª Subdivisão Policial de Ponta Grossa, Ana Maria, Susicléia e Branca foram indiciadas pelos crimes de formação de quadrilha e comunicação falsa de crime.
Além desses dois crimes, Idalécio e Reginaldo foram também indiciados por fraude processual, ou seja, por terem – supostamente – criado falsas provas de sequestro. Adauto foi enquadrado apenas no crime de favorecimento pessoal. O inquérito deve ser remetido à Promotoria Criminal da cidade, que terá 30 dias para analisar o documento. Neste período, o promotor de justiça poderá pedir novas diligências à polícia, oferecer denúncia à Justiça ou até mesmo arquivar o caso. A vereadora alega que não lembra o que aconteceu com ela durante o suposto sequestro, devido ao efeito de um medicamento, mas nega as acusações. (Gazeta do Povo)
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