Calcule o peso ideal para a mochila de seus filhos
Não é à toa que, durante o período escolar, algumas crianças se queixam de dor nas costas. As mochilas escolares, se não forem bem utilizadas, podem representar um enorme perigo para a saúde dos pequenos.
Um dos principais fatores prejudiciais é o excesso de peso das mochilas. Por isso é essencial ficar sempre atento e tomar alguns cuidados, como alerta o quiropraxista Jason Gilbert. “Com o corpo ainda em desenvolvimento, crianças e adolescentes estão em fase de crescimento e propícios a alterações posturais. Assim, essa maleabilidade corporal somada a sobrecarga de peso na mochila, pode resultar em uma lesão na coluna”, ressalta.
“Além da conhecida dor nas costas, a longo prazo, a mochila pode ocasionar problemas mais graves como: escoliose (desvio lateral da coluna), cifose (curvatura da espinha vertebral que promove o arqueamento das costas e faz com que a pessoa fique corcunda) e hiperlordose (acentuação da concavidade lombar)”, alerta o especialista.
Modelo ideal
Apesar da grande variedade de mochilas disponíveis no mercado, o modelo mais indicado é o que tem as duas alças ajustáveis para os ombros e, de preferência, uma alça que vai na altura da cintura, pois amarrar a mochila na região abdominal ajuda na distribuição do peso e dá maior sustentação. Mesmo que as crianças tenham outras preferências, é importante que os pais tomem os cuidados necessários para evitar problemas.
Além disso, o equipamento deve ter um acolchoado atrás para minimizar o peso na coluna e evitar lesões do local e na pele. “Independente do tipo de mochila, ela não deve ser carregada de um lado só do corpo”, diz Gilbert.
Isso porque, ao usar o acessório em apenas um ombro, o estudante pode acabar levantando o outro ombro, que está sem a alça da mochila, para compensar o peso. Assim, por conta do peso ser unilateral há um desequilíbrio na coluna. Dessa forma, carregar este tipo de mochila pode causar escoliose, dor de cabeça, dor lombar e dor nos dedos das mãos. Isso também vale para malas com as alças atravessadas e bolsas, pois carregar peso desta maneira força o corpo unilateralmente.
Peso e ajuste da mochila
Antes de fazer qualquer cálculo é preciso observar se a criança muda sua postura natural para carregar a mochila. Para o especialista, é fácil observar: "se for pesada demais, a criança geralmente vai jogar o corpo para frente para compensar o peso atrás. Por isso, o peso da mochila não deve passar de 5% a 10% do peso da criança”, diz Gilbert.
O quiropraxista indica ainda que o ideal é que a mochila tenha o seu fundo alinhado à altura da região da coluna lombar do estudante. Com o acessório ajustado ao corpo na linha da cintura, a postura não será prejudicada. "Quando está solta, a mochila puxa o corpo para trás, fazendo com que a pessoa curve os ombros para adquirir o equilíbrio".
Além disso, os pais devem estar atentos ao que é carregado dentro das mochilas. A distribuição do material deve ser organizada de maneira que os cadernos e livros mais pesados fiquem encostados à coluna e o material não fique solto para que não provoque desequilíbrio nos movimentos do estudante.
E as rodinhas?
Segundo o quiropraxista, mochilas e malas com rodinhas prejudicam menos a coluna, mas ainda assim merecem atenção especial. Se a altura da haste for muito baixa e a criança precisar modificar a postura para puxar o objeto, isso pode ocasionar problemas. “As malas de “rodinhas” devem ter sua haste a uma altura em que as costas do aluno fiquem retas ao puxá-la, de modo que não haja sobrecarga do quadril e nem do joelho”, alerta.
Um dos principais fatores prejudiciais é o excesso de peso das mochilas. Por isso é essencial ficar sempre atento e tomar alguns cuidados, como alerta o quiropraxista Jason Gilbert. “Com o corpo ainda em desenvolvimento, crianças e adolescentes estão em fase de crescimento e propícios a alterações posturais. Assim, essa maleabilidade corporal somada a sobrecarga de peso na mochila, pode resultar em uma lesão na coluna”, ressalta.
“Além da conhecida dor nas costas, a longo prazo, a mochila pode ocasionar problemas mais graves como: escoliose (desvio lateral da coluna), cifose (curvatura da espinha vertebral que promove o arqueamento das costas e faz com que a pessoa fique corcunda) e hiperlordose (acentuação da concavidade lombar)”, alerta o especialista.
Modelo ideal
Apesar da grande variedade de mochilas disponíveis no mercado, o modelo mais indicado é o que tem as duas alças ajustáveis para os ombros e, de preferência, uma alça que vai na altura da cintura, pois amarrar a mochila na região abdominal ajuda na distribuição do peso e dá maior sustentação. Mesmo que as crianças tenham outras preferências, é importante que os pais tomem os cuidados necessários para evitar problemas.
Além disso, o equipamento deve ter um acolchoado atrás para minimizar o peso na coluna e evitar lesões do local e na pele. “Independente do tipo de mochila, ela não deve ser carregada de um lado só do corpo”, diz Gilbert.
Isso porque, ao usar o acessório em apenas um ombro, o estudante pode acabar levantando o outro ombro, que está sem a alça da mochila, para compensar o peso. Assim, por conta do peso ser unilateral há um desequilíbrio na coluna. Dessa forma, carregar este tipo de mochila pode causar escoliose, dor de cabeça, dor lombar e dor nos dedos das mãos. Isso também vale para malas com as alças atravessadas e bolsas, pois carregar peso desta maneira força o corpo unilateralmente.
Peso e ajuste da mochila
Antes de fazer qualquer cálculo é preciso observar se a criança muda sua postura natural para carregar a mochila. Para o especialista, é fácil observar: "se for pesada demais, a criança geralmente vai jogar o corpo para frente para compensar o peso atrás. Por isso, o peso da mochila não deve passar de 5% a 10% do peso da criança”, diz Gilbert.
O quiropraxista indica ainda que o ideal é que a mochila tenha o seu fundo alinhado à altura da região da coluna lombar do estudante. Com o acessório ajustado ao corpo na linha da cintura, a postura não será prejudicada. "Quando está solta, a mochila puxa o corpo para trás, fazendo com que a pessoa curve os ombros para adquirir o equilíbrio".
Além disso, os pais devem estar atentos ao que é carregado dentro das mochilas. A distribuição do material deve ser organizada de maneira que os cadernos e livros mais pesados fiquem encostados à coluna e o material não fique solto para que não provoque desequilíbrio nos movimentos do estudante.
E as rodinhas?
Segundo o quiropraxista, mochilas e malas com rodinhas prejudicam menos a coluna, mas ainda assim merecem atenção especial. Se a altura da haste for muito baixa e a criança precisar modificar a postura para puxar o objeto, isso pode ocasionar problemas. “As malas de “rodinhas” devem ter sua haste a uma altura em que as costas do aluno fiquem retas ao puxá-la, de modo que não haja sobrecarga do quadril e nem do joelho”, alerta.
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