Publicado em 06 de Janeiro de 2013, às 00h00min | Autor: Emmanuel Fornazari - Mário Martins - Michael Ferreira
Segurança diz que Ana Maria forjou sequestro para não votar na oposição
Idalécio da Silva revela que foi contratado pela oposição para fazer a segurança da petista. Desafeto com o correligionário Careca seria um dos motivos
Enquanto a repercussão do falso sequestro da vereadora Ana Maria Branco de
Holleben (PT) atinge projeção nacional, a reportagem do Jornal da Manhã obtém
documentos que detalham as versões do segurança da petista, Idalécio Valverde de
Souza, e da mulher dele, Susicleia Rocha Valverde da Silva, os quais
participaram da simulação e estão presos acusados pela Polícia Civil de falsa
comunicação de crime, fraude processual e formação de quadrilha, assim como a
própria Ana Maria.
No interrogatório, Idalécio e Susicléia afirmam que a petista não queria votar no candidato da oposição, Paulo Cenoura (PSC), devido à participação do vereador Marcelo Careca no grupo, o qual é ex-assessor de Ana Maria, correligionário e concorrente nas eleições de outubro, tendo sido eleito, inclusive, com mais votos que ela (2.097 a 2.084) e se tornado um desafeto da professora. No entanto, de acordo com o relato do motorista, ela também não se sentia à vontade para aderir ao grupo da situação. Em entrevista exclusiva ao JM, Idalécio reiterou os detalhes declarados. “No caminho a vereadora falou: ‘Idalécio eu não vou votar na sessão porque as duas chapas estão erradas. Não quero votar. Vou sumir’”.
Leia a matéria na integra no JM impresso.
No interrogatório, Idalécio e Susicléia afirmam que a petista não queria votar no candidato da oposição, Paulo Cenoura (PSC), devido à participação do vereador Marcelo Careca no grupo, o qual é ex-assessor de Ana Maria, correligionário e concorrente nas eleições de outubro, tendo sido eleito, inclusive, com mais votos que ela (2.097 a 2.084) e se tornado um desafeto da professora. No entanto, de acordo com o relato do motorista, ela também não se sentia à vontade para aderir ao grupo da situação. Em entrevista exclusiva ao JM, Idalécio reiterou os detalhes declarados. “No caminho a vereadora falou: ‘Idalécio eu não vou votar na sessão porque as duas chapas estão erradas. Não quero votar. Vou sumir’”.
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