Vereadora acusada de forjar sequestro reaparece em sessão tumultuada
Ana Maria de Holleben chegou pouco antes de começar a sessão e
não falou com a imprensa. A Câmara de Ponta Grossa recebeu reforço policial para
conter as manifestações de populares
18/02/2013 | 15:58 | Maria Gizele da Silva, com informações de Derek Kubaski
A vereadora Ana Maria de Holleben (PT), acusada de simular o
próprio sequestro, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais,
participa na tarde desta segunda-feira (18) da primeira sessão do ano na Câmara
Municipal. A Casa recebeu reforço policial e o público lotou a Câmara com
mensagens pró e contra Ana Maria.
Ela chegou pouco antes de começar a sessão e não falou com a imprensa. Os repórteres, que normalmente ficam dentro do plenário, foram orientados a permanecer na sala de imprensa, enquanto apenas os fotojornalistas e os repórteres cinematográficos puderam ficar ao lado dos vereadores.
Com o tumulto na Câmara, o presidente Aliel Machado (PC do B) pediu ao público presente para ficar em silêncio para facilitar as discussões em plenário, caso contrário iria pedir mais policiais no prédio. Entre os presentes, alguns seguravam faixas pedindo “moralização” no caso, enquanto outros aplaudiam Ana Maria. A sessão segue o trâmite normal enquanto permanece a expectativa do primeiro discurso da vereadora após a denúncia de autossequestro e a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e a definição dos membros da Corregedoria que vão analisar a acusação e o pedido de cassação do mandato da vereadora.
Eleita para o seu terceiro mandato, a vereadora ganhou notoriedade ao ser presa acusada de simular o próprio sequestro para atender a interesses particulares ao não votar na eleição da mesa diretora da Casa. Ela responde a inquérito policial e aos processos na Câmara.
Ela chegou pouco antes de começar a sessão e não falou com a imprensa. Os repórteres, que normalmente ficam dentro do plenário, foram orientados a permanecer na sala de imprensa, enquanto apenas os fotojornalistas e os repórteres cinematográficos puderam ficar ao lado dos vereadores.
Com o tumulto na Câmara, o presidente Aliel Machado (PC do B) pediu ao público presente para ficar em silêncio para facilitar as discussões em plenário, caso contrário iria pedir mais policiais no prédio. Entre os presentes, alguns seguravam faixas pedindo “moralização” no caso, enquanto outros aplaudiam Ana Maria. A sessão segue o trâmite normal enquanto permanece a expectativa do primeiro discurso da vereadora após a denúncia de autossequestro e a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e a definição dos membros da Corregedoria que vão analisar a acusação e o pedido de cassação do mandato da vereadora.
Eleita para o seu terceiro mandato, a vereadora ganhou notoriedade ao ser presa acusada de simular o próprio sequestro para atender a interesses particulares ao não votar na eleição da mesa diretora da Casa. Ela responde a inquérito policial e aos processos na Câmara.
Nenhum comentário:
Postar um comentário