segunda-feira, 12 de novembro de 2012

ENSINAMENTO/FILOSOFIA/RELIGIÃO BUDISTA

Assim como é preciso passar por experiências amargas na vida para se regenerar, o ser humano para o despertar da fé espera algo ruim acontecer. Infelizmente assim pensamos constantemente.

Quando estamos com gripe, ou resfriado, não nos preocupamos e só iremos sentir a necessidade de procu-rar um médico quando a doença parece ser grave, mas uma pessoa prevenida não espera algo doloroso ocorrer.

O mesmo ocorre com a fé pois as pessoas só a procuram quando dela necessitam. Quando na verdade o modo correto é praticá-la constantemente.

Buda nos diz explicitamente que vivemos num mar de sofrimentos.


A vida dos seres humanos é coberta por quatro grandes sofrimentos. São eles: o nascimento e a vida, a velhice, a doença física e psíquica e finalmente o momento da morte e a morte.

Além desses quatro sofrimentos existem:

A dor da separação das pessoas que amamos, o fato de precisar conviver inúmeras vezes com pessoas indesejáveis, o sofrimento de não ter condições de adquirir algo e finalmente o sofrimento carnal.
Esses oito sofrimentos não se modificam mesmo com o passar do tempo. Eles sempre existiram e existirão. Os sofrimentos não podem ser previstos e enquanto vivermos tudo pode ocorrer inesperadamente.

Esta maneira profunda de ver a realidade nos causa intranqüilidade.

No entanto, muitas vezes podemos deixar de viver alguns sofrimentos, mas não devemos jamais esquecer que não existe idade para morrer e que a morte é inevitável.


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