Assim como é preciso passar por experiências amargas na vida para se
regenerar, o ser humano para o despertar da fé espera algo ruim acontecer.
Infelizmente assim pensamos constantemente.
Quando estamos com gripe, ou
resfriado, não nos preocupamos e só iremos sentir a necessidade de procu-rar um
médico quando a doença parece ser grave, mas uma pessoa prevenida não espera
algo doloroso ocorrer.
O mesmo ocorre com a fé pois as pessoas só a procuram
quando dela necessitam. Quando na verdade o modo correto é praticá-la
constantemente.
Buda nos diz explicitamente que vivemos num mar de
sofrimentos.
A vida dos seres humanos é coberta por quatro grandes sofrimentos. São eles:
o nascimento e a vida, a velhice, a doença física e psíquica e finalmente o
momento da morte e a morte.
Além desses quatro sofrimentos existem:
A dor
da separação das pessoas que amamos, o fato de precisar conviver inúmeras vezes
com pessoas indesejáveis, o sofrimento de não ter condições de adquirir algo e
finalmente o sofrimento carnal.
Esses oito sofrimentos não se modificam mesmo
com o passar do tempo. Eles sempre existiram e existirão. Os sofrimentos não
podem ser previstos e enquanto vivermos tudo pode ocorrer inesperadamente.
Esta
maneira profunda de ver a realidade nos causa intranqüilidade.
No entanto,
muitas vezes podemos deixar de viver alguns sofrimentos, mas não devemos jamais
esquecer que não existe idade para morrer e que a morte é inevitável.
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