Terceiro dia: Fenata apresenta cinco espetáculos
Publicado em: 08/11/2012 - 00:00 | Atualizado em: 08/11/2012 - 01:58
Das assessorias
“O que eu posso dizer a vocês, mais jovens, numa noite como essa de hoje, é que 40 anos passam muito rápido”. Com esta saudação, o vice-reitor Carlos Luciano Sant’Ana Vargas, abriu o 40ª edição do Festival Nacional de Teatro – Fenata, da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), na noite de terça-feira, no Cine Teatro Ópera. Luciano Vargas, sobrinho do criador do festival em 1973, o ator e diretor Telmo Faria (José Faria Moritz), recebeu o troféu ‘Fenata 40 anos’ em nome da família, mostrando o crachá de participação na primeira edição do evento. “Eu também estava lá”, disse, ao recordar nomes de atores, diretores e técnicos do Grupo de Teatro Universitário (GTU), ponto de partida para a história de 40 anos do Fenata, além do primeiro reitor da UEPG, Alvaro Augusto Cunha Rocha, “grande incentivador para que a cultura do teatro se disseminasse na UEPG”.
Hoje, cinco espetáculos marcam a programação do terceiro dia do Festival, que segue até o dia 14, totalizando em nove dias 180 apresentações. Os ingressos para o espetáculo da mostra adulta e da sessão “Às dez em cena” estão à venda na Proex, na Praça Marechal Floriano, 129, e também na bilheteria do Cine Teatro Ópera.
A programação inicia às 10 horas, com o espetáculo de rua “É o povo que sustenta o Brasil”, de autoria e direção de Roberto Innocente. A encenação do grupo Arte da Comédia, de Curitiba (PR), fala sobre Rosendo, um cearense de volta para sua terra depois ter trabalhado mais de 20 anos nas capitais do Sul. Mas no caminho se perde. Eis por que começa pedir para todos os que passam uma ajuda para encontrar a estrada de volta para casa. Mas, Rosendo se perde não somente no caminho, mas também na conversa e assim começa falar um pouco de tudo, mas principalmente deste país, o seu país, o Brasil.
Para o período da tarde, estão programados dois espetáculos. No Cine Teatro Ópera, às 14 horas, a mostra para bonecos apresenta “Mundico Sonata Muda”, de autoria de José Antônio do Carmmo e Helder Parra e direção de José Antônio do Carmmo. O grupo Cia. Entre Tramas, de São Paulo (SP) traz para o Fenata um espetáculo essencialmente de imagens e sensações. Revela a estória de Raimundo, um velho palhaço que tem como refúgio um depósito abandonado, onde cria seu pequeno mundo para fugir da realidade e lá reviver suas memórias.
Crianças
Também às 14 horas, no Teatro Marista, a mostra de teatro para crianças leva para o palco a peça “O Reino da Gataria”. Marcos dos Anjos (autor) dirige a trupe do grupo Companhia Atores in Cena, do Rio de Janeiro (RJ). Madame Adelaide, uma rica e excêntrica senhora, decide fazer seu testamento e, nele, deixa sua herança para seus gatos - que são sua única família -, dando ao mordomo Edgar a responsabilidade de cuidar dos bichanos. Indignado, ele resolve dar um fim a seus rivais para, assim, poder ficar com a fortuna da madame.
À Noite
A mostra competitiva para adulto, às 20h30, no Ópera, apresenta “Quem é Rei?”, encenada pelo Grupo do Palhaço Tenorino – GPT, de Rio Branco (AC). O espetáculo é uma comédia que conta a história de um rei extravagante e vaidoso, possuído por ideias mirabolantes. E encerrando a programação do dia, no “Ás Dez em Cena”, a Companhia Oxente, João Pessoa (PB), encena “Anáguas”, com direção de José Maciel da Silva. O texto de Lourdes Ramalho fala do mundo subjetivo de uma mãe e duas filhas envolvendo conflitos familiares; questões como: incesto, abuso sexual e prostituição são tratados dentro do contexto familiar.
Rodrigo Covolan

Ontem, no Parque Ambiental, a Cia. Teatral Boccaccione de Ribeirão Preto apresentou o espetáculo de rua “Ubu Rei”
Publicado em: 08/11/2012 - 00:00 | Atualizado em: 08/11/2012 - 01:58
Das assessorias
“O que eu posso dizer a vocês, mais jovens, numa noite como essa de hoje, é que 40 anos passam muito rápido”. Com esta saudação, o vice-reitor Carlos Luciano Sant’Ana Vargas, abriu o 40ª edição do Festival Nacional de Teatro – Fenata, da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), na noite de terça-feira, no Cine Teatro Ópera. Luciano Vargas, sobrinho do criador do festival em 1973, o ator e diretor Telmo Faria (José Faria Moritz), recebeu o troféu ‘Fenata 40 anos’ em nome da família, mostrando o crachá de participação na primeira edição do evento. “Eu também estava lá”, disse, ao recordar nomes de atores, diretores e técnicos do Grupo de Teatro Universitário (GTU), ponto de partida para a história de 40 anos do Fenata, além do primeiro reitor da UEPG, Alvaro Augusto Cunha Rocha, “grande incentivador para que a cultura do teatro se disseminasse na UEPG”.
Hoje, cinco espetáculos marcam a programação do terceiro dia do Festival, que segue até o dia 14, totalizando em nove dias 180 apresentações. Os ingressos para o espetáculo da mostra adulta e da sessão “Às dez em cena” estão à venda na Proex, na Praça Marechal Floriano, 129, e também na bilheteria do Cine Teatro Ópera.
A programação inicia às 10 horas, com o espetáculo de rua “É o povo que sustenta o Brasil”, de autoria e direção de Roberto Innocente. A encenação do grupo Arte da Comédia, de Curitiba (PR), fala sobre Rosendo, um cearense de volta para sua terra depois ter trabalhado mais de 20 anos nas capitais do Sul. Mas no caminho se perde. Eis por que começa pedir para todos os que passam uma ajuda para encontrar a estrada de volta para casa. Mas, Rosendo se perde não somente no caminho, mas também na conversa e assim começa falar um pouco de tudo, mas principalmente deste país, o seu país, o Brasil.
Para o período da tarde, estão programados dois espetáculos. No Cine Teatro Ópera, às 14 horas, a mostra para bonecos apresenta “Mundico Sonata Muda”, de autoria de José Antônio do Carmmo e Helder Parra e direção de José Antônio do Carmmo. O grupo Cia. Entre Tramas, de São Paulo (SP) traz para o Fenata um espetáculo essencialmente de imagens e sensações. Revela a estória de Raimundo, um velho palhaço que tem como refúgio um depósito abandonado, onde cria seu pequeno mundo para fugir da realidade e lá reviver suas memórias.
Crianças
Também às 14 horas, no Teatro Marista, a mostra de teatro para crianças leva para o palco a peça “O Reino da Gataria”. Marcos dos Anjos (autor) dirige a trupe do grupo Companhia Atores in Cena, do Rio de Janeiro (RJ). Madame Adelaide, uma rica e excêntrica senhora, decide fazer seu testamento e, nele, deixa sua herança para seus gatos - que são sua única família -, dando ao mordomo Edgar a responsabilidade de cuidar dos bichanos. Indignado, ele resolve dar um fim a seus rivais para, assim, poder ficar com a fortuna da madame.
À Noite
A mostra competitiva para adulto, às 20h30, no Ópera, apresenta “Quem é Rei?”, encenada pelo Grupo do Palhaço Tenorino – GPT, de Rio Branco (AC). O espetáculo é uma comédia que conta a história de um rei extravagante e vaidoso, possuído por ideias mirabolantes. E encerrando a programação do dia, no “Ás Dez em Cena”, a Companhia Oxente, João Pessoa (PB), encena “Anáguas”, com direção de José Maciel da Silva. O texto de Lourdes Ramalho fala do mundo subjetivo de uma mãe e duas filhas envolvendo conflitos familiares; questões como: incesto, abuso sexual e prostituição são tratados dentro do contexto familiar.
“O que eu posso dizer a vocês, mais jovens, numa noite como essa de hoje, é que 40 anos passam muito rápido”. Com esta saudação, o vice-reitor Carlos Luciano Sant’Ana Vargas, abriu o 40ª edição do Festival Nacional de Teatro – Fenata, da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), na noite de terça-feira, no Cine Teatro Ópera. Luciano Vargas, sobrinho do criador do festival em 1973, o ator e diretor Telmo Faria (José Faria Moritz), recebeu o troféu ‘Fenata 40 anos’ em nome da família, mostrando o crachá de participação na primeira edição do evento. “Eu também estava lá”, disse, ao recordar nomes de atores, diretores e técnicos do Grupo de Teatro Universitário (GTU), ponto de partida para a história de 40 anos do Fenata, além do primeiro reitor da UEPG, Alvaro Augusto Cunha Rocha, “grande incentivador para que a cultura do teatro se disseminasse na UEPG”.
Hoje, cinco espetáculos marcam a programação do terceiro dia do Festival, que segue até o dia 14, totalizando em nove dias 180 apresentações. Os ingressos para o espetáculo da mostra adulta e da sessão “Às dez em cena” estão à venda na Proex, na Praça Marechal Floriano, 129, e também na bilheteria do Cine Teatro Ópera.
A programação inicia às 10 horas, com o espetáculo de rua “É o povo que sustenta o Brasil”, de autoria e direção de Roberto Innocente. A encenação do grupo Arte da Comédia, de Curitiba (PR), fala sobre Rosendo, um cearense de volta para sua terra depois ter trabalhado mais de 20 anos nas capitais do Sul. Mas no caminho se perde. Eis por que começa pedir para todos os que passam uma ajuda para encontrar a estrada de volta para casa. Mas, Rosendo se perde não somente no caminho, mas também na conversa e assim começa falar um pouco de tudo, mas principalmente deste país, o seu país, o Brasil.
Para o período da tarde, estão programados dois espetáculos. No Cine Teatro Ópera, às 14 horas, a mostra para bonecos apresenta “Mundico Sonata Muda”, de autoria de José Antônio do Carmmo e Helder Parra e direção de José Antônio do Carmmo. O grupo Cia. Entre Tramas, de São Paulo (SP) traz para o Fenata um espetáculo essencialmente de imagens e sensações. Revela a estória de Raimundo, um velho palhaço que tem como refúgio um depósito abandonado, onde cria seu pequeno mundo para fugir da realidade e lá reviver suas memórias.
Crianças
Também às 14 horas, no Teatro Marista, a mostra de teatro para crianças leva para o palco a peça “O Reino da Gataria”. Marcos dos Anjos (autor) dirige a trupe do grupo Companhia Atores in Cena, do Rio de Janeiro (RJ). Madame Adelaide, uma rica e excêntrica senhora, decide fazer seu testamento e, nele, deixa sua herança para seus gatos - que são sua única família -, dando ao mordomo Edgar a responsabilidade de cuidar dos bichanos. Indignado, ele resolve dar um fim a seus rivais para, assim, poder ficar com a fortuna da madame.
À Noite
A mostra competitiva para adulto, às 20h30, no Ópera, apresenta “Quem é Rei?”, encenada pelo Grupo do Palhaço Tenorino – GPT, de Rio Branco (AC). O espetáculo é uma comédia que conta a história de um rei extravagante e vaidoso, possuído por ideias mirabolantes. E encerrando a programação do dia, no “Ás Dez em Cena”, a Companhia Oxente, João Pessoa (PB), encena “Anáguas”, com direção de José Maciel da Silva. O texto de Lourdes Ramalho fala do mundo subjetivo de uma mãe e duas filhas envolvendo conflitos familiares; questões como: incesto, abuso sexual e prostituição são tratados dentro do contexto familiar.
| Rodrigo Covolan |
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| Ontem, no Parque Ambiental, a Cia. Teatral Boccaccione de Ribeirão Preto apresentou o espetáculo de rua “Ubu Rei” |
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