Há anos, o prédio da extinta RFFSA tombado pelo Patrimônio Histórico do Estado não recebe melhorias. Os poucos remendos são feitos apenas em períodos de chuvas
As pichações podem ser vistas até mesmo na entrada da Biblioteca Pública
Pamela e Juliana, provavelmente amigas, são duas pessoas que deixaram seus nomes marcados nas paredes da Estação Saudade. Até a data em que elas fizeram isso está lá -02-05-2011. E o Natan também usou as mesmas paredes para dizer que gosta de rock´n´roll. Paula, Neodeni, Emily e Patty, que desenhou um coração com a palavra “coragem”, também deixaram lá as suas marcas. Estas são só algumas das pichações citadas entre as centenas que rodeiam o prédio tombado em 1990 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Cultural do Estado (Iphan).
Com tantas campanhas é impossível que esta moçada não saiba que pichar é um ato criminoso, conforme estabelece a lei 12.408, de 25 de maio de 2011.
No artigo 65, a lei diz que pena é de três meses a um ano de detenção e multa, e se o imóvel ou monumento for tombado a pena aumenta para seis meses a um ano de detenção.
Leia a matéria na integra no JM impresso.
Com tantas campanhas é impossível que esta moçada não saiba que pichar é um ato criminoso, conforme estabelece a lei 12.408, de 25 de maio de 2011.
No artigo 65, a lei diz que pena é de três meses a um ano de detenção e multa, e se o imóvel ou monumento for tombado a pena aumenta para seis meses a um ano de detenção.
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