História
Fotos: Reprodução
Anita Garibaldi: casada, decidiu seguir o coração e morreu cedo romances
Amores arrebatadores
Livro recém-lançado retrata as histórias de sete relacionamentos amorosos explosivos no Brasil entre o período colonial e os anos 1930
O amor não tem idade, cor ou classe social – e diversos episódios da História brasileira comprovam a veracidade desse ditado. São muitas as ilustres personalidades nacionais que sofreram do coração, principalmente com as paixões proibidas, de Dom Pedro I a Oswald de Andrade. São sete os casos de amores arrebatadores que o pesquisador Maurício Oliveira estudou para lançar, pela editora Contexto, o livro Amores Proibidos na História do Brasil. “Atravessei por dois séculos da História do Brasil, tendo como pano de fundo os romances”, afirma Oliveira, que é também jornalista e mestre em História Cultural. “Me senti meio confidente ao ler tantas coisas pessoais”, diz o autor.
Dom Pedro I, o príncipe enlouquecido por mulheres, se apaixonou por Domitila e, dizem, matou de tristeza a esposa Leopoldina. Do período colonial, o caso mais emblemático, sem dúvida, é o da escrava Chica da Silva que conquistou o coração do fazendeiro João Fernandes e, por tabela, a própria liberdade. Dois séculos depois houve ainda mulheres, como Maria Bonita e Anita Garibaldi que, casadas, decidiram largar tudo para fugir com desconhecidos. E o perfeito casal do modernismo, Oswald e Tarsila do Amaral, conhecidos como Tarsiwald, deixou de existir quando ele se encantou por outra escritora.
Nenhum comentário:
Postar um comentário