Thor diz-se inocente 'convicto', e advogado culpa vítima por atropelamento
Segundo Celso Vilardi, que defende o filho de Eike Batista, atropelado estava 'no meio da via'
Após depoimento na 61ª DP (Xerém), na Baixada Fluminense, onde prestou esclarecimentos sobre o atropelamento que provocou a morte do ajudante de caminhão Wanderson Pereira dos Santos, de 30 anos, Thor de Oliveira Fuhrken Batista, filho do empresário Eike Batista, fez rápido pronunciamento sobre o episódio ocorrido na noite de sábado, no km 101 da Rodovia Washington Luiz, próximo à entrada de Xerém.
"Eu gostaria de fazer uma declaração à mídia sobre o ocorrido. Gostaria de dizer que lamento, lamento profundamente pela perda do Wanderson, eu respeito a dor da família, a perda de um ente querido é complicado. Mesmo convicto da minha inocência, eu confirmo aqui que vou prestar todo o auxílio que for necessário à família e no que for mais necessário".
O advogado Celso Vilardi, que defende Thor, garantiu que o herdeiro do homem mais rico do Brasil não teve culpa no ocorrido. Na versão do jurista, a vítima foi a responsável pelo atropelamento, já que seu cliente respeitou os limites de velocidade da rodovia.
"Eu gostaria de fazer uma declaração à mídia sobre o ocorrido. Gostaria de dizer que lamento, lamento profundamente pela perda do Wanderson, eu respeito a dor da família, a perda de um ente querido é complicado. Mesmo convicto da minha inocência, eu confirmo aqui que vou prestar todo o auxílio que for necessário à família e no que for mais necessário".
O advogado Celso Vilardi, que defende Thor, garantiu que o herdeiro do homem mais rico do Brasil não teve culpa no ocorrido. Na versão do jurista, a vítima foi a responsável pelo atropelamento, já que seu cliente respeitou os limites de velocidade da rodovia.
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