Saúde
Publicado em 14 de Agosto de 2012, às 01h00min | Autor: Sebastião Natalio, da redação
Promotoria exige em ação o funcionamento do Hospital Regional
O promotor de Saúde Pública, Fuad Faraj, deu um prazo de 60 dias para que o PR cumpra com a determinação. Em 2011, foi exigida a contratação de funcionários
Para a Promtoria de Saúde, o Hospital Regional ainda atende como uma unidade de pequeno porte
O promotor de Defesa da Saúde Pública, Fuad Faraj, do Ministério Público do Paraná, em Ponta Grossa, propôs ontem na Justiça Estadual, uma ação civil pública com pedido de liminar em defesa da Saúde Pública, exigindo do governo do Estado que coloque em funcionamento integral o Hospital Regional Wallace Tadheu de Mello e Silva, no prazo de 60 dias. O descumprimento por parte do Estado vai gerar multa diária de R$ 1 mil. Esta é a segunda ação do promotor contra o Estado. A primeira é de setembro de 2011 e exigia a contratação dos funcionários aprovados em concurso.
“É inadmissível que um hospital que custou quase R$ 60 milhões, e que consome por mês, de R$ 1, 5 milhão a R$ 3 milhões, funcione como um hospital de pequeno porte. O Hospital Regional não consegue dar conta das urgências e emergências, que acabam sobrecarregando os outros hospitais”, justifica o promotor. “Para você ter uma ideia, o Santa Casa faz mais de 500 cirurgias por mês, o Hospital Regional faz cerca de 30 e ainda assim só de baixa complexidade”, complementa.
Leia a matéria na integra no JM impresso.
“É inadmissível que um hospital que custou quase R$ 60 milhões, e que consome por mês, de R$ 1, 5 milhão a R$ 3 milhões, funcione como um hospital de pequeno porte. O Hospital Regional não consegue dar conta das urgências e emergências, que acabam sobrecarregando os outros hospitais”, justifica o promotor. “Para você ter uma ideia, o Santa Casa faz mais de 500 cirurgias por mês, o Hospital Regional faz cerca de 30 e ainda assim só de baixa complexidade”, complementa.
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