Comunicação/Tibagi e Gazeta do Povo
O Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit) informou que tem um cronograma de obras previstas para facilitar conclusão da Rodovia Transbrasiliana – trecho Paraná. A BR-153, entre o entroncamento da PR-092 (Santo Antônio da Platina, no Norte do estado) e Paulo Frontin, no Sul, no total de 305,6 quilômetros, passará por obras de recuperação. A licitação está na fase final de análise.
O Dnit informou também que o trecho de 600 metros no perímetro urbano de Ventania, nos Campos Gerais, será finalizado. A licitação está em curso. O órgão afirma ainda que o trecho entre Alto do Amparo, nos Campos Gerais, e Imbituva, no Centro-Sul, será pavimentado após licitação programada para o segundo semestre de 2014. A notícia confirma a informação recebida no mês de outubro pela prefeita Angela Mercer de Mello, em encontro com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.
Histórico
A Transbrasiliana corta o Brasil entre as cidades de Marabá (PA) e Aceguá (RS), pela parte central no total de 4.355 quilômetros de extensão. De todo o trajeto, apenas o trecho entre Tibagi (Alto do Amparo) e Imbituva continua sem asfalto. Em novembro de 2011 foi inaugurado o trevo construído entre a BR-153 Transbrasiliana e a BR- 376, Rodovia do Café, em Tibagi, na região do distrito de Amparo. A obra iniciada em setembro de 2009 contou com cerca de R$ 19 milhões em recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal para a edificação de oito alças de acesso entre as duas importantes rodovias federais.
O trecho de 82 km entre Ventania e Tibagi usou mais de R$ 120 milhões em investimentos. Ainda em Ventania aconteceu em 2011 a inauguração de casas construídas para realocar 59 famílias que viviam em área de ocupação irregular sobre trecho de 440 metros da Transbrasiliana. As casas de 40 m² foram edificadas em área cedida pela Prefeitura de Ventania na rua Profeta João Maria, área central da cidade, com o investimento de R$ 6 milhões que inclui a operação de realocação e pavimentação do trecho e a construção de uma interseção em desnível (trincheira) no cruzamento com via urbana. O perímetro de ocupação ainda não pôde ser pavimentado por conta do impasse que deveria ser solucionado com a entrega das moradias.
Trevo
A pista da Rodovia Transbrasiliana (BR-153) no sentido Tibagi - Imbituva passa agora sob o viaduto construído no trevo com a BR-376, em Amparo. A obra iniciada em 25 de setembro de 2009 foi concluída em outubro de 2011 com a liberação do trevo que tem oito ramos, incluindo quatro folhas, para viabilizar acesso seguro no entroncamento. A extensão total de pavimento chega a 27 quilômetros de pista.
Das fases de construção, a movimentação de mais de 600 mil metros cúbicos de terra foi o que chamou mais atenção no local numa obra que envolveu várias etapas que incluíram desde a desapropriação de áreas, limpeza, terraplanagem, arte especial, com construção em concreto para implantação de viaduto, drenagem, pavimentação e sinalização de todas as oito pistas que compõem as alças do trevo, além de obras complementares, com cerca e grama.
As trincheiras foram feitas com superlargura de mais de seis metros já prevendo a futura duplicação da 376, que deve ser feita pela Concessionária que administra o trecho. A obra do trevo foi efetuada em consórcio pelas empreiteiras CR Almeida e J. Malucelli.
O Dnit informou também que o trecho de 600 metros no perímetro urbano de Ventania, nos Campos Gerais, será finalizado. A licitação está em curso. O órgão afirma ainda que o trecho entre Alto do Amparo, nos Campos Gerais, e Imbituva, no Centro-Sul, será pavimentado após licitação programada para o segundo semestre de 2014. A notícia confirma a informação recebida no mês de outubro pela prefeita Angela Mercer de Mello, em encontro com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.
Histórico
A Transbrasiliana corta o Brasil entre as cidades de Marabá (PA) e Aceguá (RS), pela parte central no total de 4.355 quilômetros de extensão. De todo o trajeto, apenas o trecho entre Tibagi (Alto do Amparo) e Imbituva continua sem asfalto. Em novembro de 2011 foi inaugurado o trevo construído entre a BR-153 Transbrasiliana e a BR- 376, Rodovia do Café, em Tibagi, na região do distrito de Amparo. A obra iniciada em setembro de 2009 contou com cerca de R$ 19 milhões em recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal para a edificação de oito alças de acesso entre as duas importantes rodovias federais.
O trecho de 82 km entre Ventania e Tibagi usou mais de R$ 120 milhões em investimentos. Ainda em Ventania aconteceu em 2011 a inauguração de casas construídas para realocar 59 famílias que viviam em área de ocupação irregular sobre trecho de 440 metros da Transbrasiliana. As casas de 40 m² foram edificadas em área cedida pela Prefeitura de Ventania na rua Profeta João Maria, área central da cidade, com o investimento de R$ 6 milhões que inclui a operação de realocação e pavimentação do trecho e a construção de uma interseção em desnível (trincheira) no cruzamento com via urbana. O perímetro de ocupação ainda não pôde ser pavimentado por conta do impasse que deveria ser solucionado com a entrega das moradias.
Trevo
A pista da Rodovia Transbrasiliana (BR-153) no sentido Tibagi - Imbituva passa agora sob o viaduto construído no trevo com a BR-376, em Amparo. A obra iniciada em 25 de setembro de 2009 foi concluída em outubro de 2011 com a liberação do trevo que tem oito ramos, incluindo quatro folhas, para viabilizar acesso seguro no entroncamento. A extensão total de pavimento chega a 27 quilômetros de pista.
Das fases de construção, a movimentação de mais de 600 mil metros cúbicos de terra foi o que chamou mais atenção no local numa obra que envolveu várias etapas que incluíram desde a desapropriação de áreas, limpeza, terraplanagem, arte especial, com construção em concreto para implantação de viaduto, drenagem, pavimentação e sinalização de todas as oito pistas que compõem as alças do trevo, além de obras complementares, com cerca e grama.
As trincheiras foram feitas com superlargura de mais de seis metros já prevendo a futura duplicação da 376, que deve ser feita pela Concessionária que administra o trecho. A obra do trevo foi efetuada em consórcio pelas empreiteiras CR Almeida e J. Malucelli.
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