Afonso Pena deve receber ILS 3 até a Copa de 2014
Equipamento que permite pouso com pouca visibilidade foi
previsto para 2011, mas deve começar a funcionar só daqui a dois anos
05/12/2012 | 00:07 | Da Redação
Em visita ao Afonso Pena em setembro do ano passado, o diretor de Aeroportos
da Infraero, João Márcio Jordão, chegou a anunciar que o sistema seria instalado
em 2013. Mas outros prazos já haviam sido divulgados anteriormente pelo
Ministério da Defesa, prevendo o ILS 3 em operação ainda em 2011.
Os aeroportos de Guarulhos, em São Paulo, e Galeão, no Rio de Janeiro, também receberão o sistema até a Copa de 2014. A Infraero não anunciou a previsão de investimentos ou quando iniciará as licitações.
O ILS é a sigla para Instrument Landing System, em inglês. O sistema, ainda inédito nos aeroportos brasileiros, permite pousos mesmo sem qualquer visibilidade da pista e sem restrição de teto (altitude das nuvens). Hoje, o ILS instalado no Afonso Pena é de categoria 2 (veja info).
O aeroporto de São José dos Pinhais se adequou para receber o sistema durante as obras de recapeamento e iluminação da pista, que terminaram em junho deste ano. A instalação do ILS 3, no entanto, não garante que os atrasos e cancelamentos devido ao mau tempo acabem.
Isto porque as companhias aéreas também precisam se adaptar – as aeronaves necessitam ter o sistema instalado para o correto funcionamento do equipamento e os pilotos precisam passar por capacitação. Segundo o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), os altos custos envolvidos na adequação ao ILS 3 e a pouca utilização do sistema no país têm feito com que as companhias aéreas vejam com ressalvas o anúncio da Infraero.
A reportagem entrou em contato com as maiores companhias aéreas em atuação no país, para verificar se as empresas já possuem aeronaves adaptadas ao novo sistema. Por meio de nota, a Gol se limitou a informar que só “se manifestará depois de confirmada a implantação do ILS 3”. Por outro lado, a TAM afirmou que todas as 163 aeronaves da companhia já estão habilitadas para utilizar o ILS 3 e que aguarda o fim do processo de certificação para começar a treinar a tripulação.
Conforme fontes do setor ouvidas pela Gazeta do Povo, uma alternativa que está sendo estudada pelas empresas é o treinamento de pequenos grupos de pilotos que, durante o inverno – época de maior ocorrência de nevoeiros –, seriam deslocados para atuar em voos entre São Paulo e Curitiba.

Os aeroportos de Guarulhos, em São Paulo, e Galeão, no Rio de Janeiro, também receberão o sistema até a Copa de 2014. A Infraero não anunciou a previsão de investimentos ou quando iniciará as licitações.
O ILS é a sigla para Instrument Landing System, em inglês. O sistema, ainda inédito nos aeroportos brasileiros, permite pousos mesmo sem qualquer visibilidade da pista e sem restrição de teto (altitude das nuvens). Hoje, o ILS instalado no Afonso Pena é de categoria 2 (veja info).
O aeroporto de São José dos Pinhais se adequou para receber o sistema durante as obras de recapeamento e iluminação da pista, que terminaram em junho deste ano. A instalação do ILS 3, no entanto, não garante que os atrasos e cancelamentos devido ao mau tempo acabem.
Isto porque as companhias aéreas também precisam se adaptar – as aeronaves necessitam ter o sistema instalado para o correto funcionamento do equipamento e os pilotos precisam passar por capacitação. Segundo o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), os altos custos envolvidos na adequação ao ILS 3 e a pouca utilização do sistema no país têm feito com que as companhias aéreas vejam com ressalvas o anúncio da Infraero.
A reportagem entrou em contato com as maiores companhias aéreas em atuação no país, para verificar se as empresas já possuem aeronaves adaptadas ao novo sistema. Por meio de nota, a Gol se limitou a informar que só “se manifestará depois de confirmada a implantação do ILS 3”. Por outro lado, a TAM afirmou que todas as 163 aeronaves da companhia já estão habilitadas para utilizar o ILS 3 e que aguarda o fim do processo de certificação para começar a treinar a tripulação.
Conforme fontes do setor ouvidas pela Gazeta do Povo, uma alternativa que está sendo estudada pelas empresas é o treinamento de pequenos grupos de pilotos que, durante o inverno – época de maior ocorrência de nevoeiros –, seriam deslocados para atuar em voos entre São Paulo e Curitiba.
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