quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

SOBRE A NOTICIA ADIANTE POSTADA E VEICULADA PELO SITE DO TRT9 ( JUSTIÇA DO TRABALHO ) CUMPRE-ME, COM O DEVIDO RESPEITO AO ILUSTRE DR. UBIRAJARA, DISCORDAR TOTALMENTE DESSE SUCESSO, POSTO QUE TODOS OS ADVOGADOS, OS SERVENTUÁRIOS E OS MAGISTRADOS ESTÃO TENDO QUE ENGOLIR O SISTEMA DITO PJE GOÉLA ABAIXO COMO DIRIA O CAIPIRA. ESSE SISTEMA EM NADA ESTÁ AUXILIANDO A JUSTIÇA DO TRABALHO, EM NADA ESTÁ AUXILIANDO AOS ADVOGADOS, SERVENTUÁRIOS E MAGISTRADOS. ENFIM, DEIXA-SE UM SISTEMA ( ESCRITORIO DIGITAL ) QUE ESTÁ FUNCIONANDO PERFEITAMENTE PARA NÃO MAIS QUE DE REPENTE DAR UM TIRO NO PRÓPRIO PÉ PORQUE SIMPLESMENTE O TST ASSIM RESOLVEU. ORA, PARA QUEM APENAS DETERMINA ORDENS É MUITO SIMPLES, MAS PARA QUEM DE FATO OPERA O SISTEMA A SITUAÇÃO É ESTRANHA E DESAGRADÁVEL. PORQUE ENTÃO O TRT9 NÃO SUGERIU AO TST QUEM IMPLANTASSE O NOSSO SISTEMA DE ESCRITORIO DIGITAL PARA TODO O BRASIL. AFINAL O QUE FUNCIONA TEM DE SER MANTIDO. AVENTURAS COM O DINHEIRO PUBLICO DEVEM SER COMBATIDAS. REGISTRO ASSIM MEUS PROTESTOS CONTRA O SISTEMA PJE E CREIO QUE FALO EM NOME DA GRANDE MAIORIA DOS ADVOGADOS DE PONTA GROSSA E DO PARANA E OU TALVEZ DOS SERVENTUÁRIOS E MAGISTRADOS DO TRT9. - ( comentário Pavesi10 ).

Curitiba, 7 de dezembro de 2012 - O Processo Judicial Eletrônico (PJe-JT) completou, no começo de dezembro, 45 dias de funcionamento no Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região. A primeira unidade que recebeu o novo sistema foi a Vara do Trabalho de Pinhais no dia 19 de outubro - além do Tribunal, utilizado inicialmente para recebimento de mandados de segurança. Desde então, o PJe-JT foi implantado em mais 22 varas, nas cidades de Araucária, Colombo, Irati, Ponta Grossa, Castro, Apucarana e Cornélio Procópio. Em Cascavel e São José dos Pinhais, passará a funcionar ainda neste ano e, até o final de 2013, será estendido para toda a Justiça do Trabalho do Paraná.


Para a presidente do Tribunal, desembargadora Rosemarie Diedrichs Pimpão, o balanço das seis primeiras semanas do PJe-JT é “amplamente positivo, superando a mais otimista das expectativas alimentadas no início da transição. Situações pontuais, presentes em circunstâncias que demandam mudanças de cultura, têm sido solucionadas satisfatoriamente”.


Em entrevista à Assessoria de Comunicação do TRT-PR, o presidente da Comissão de Informática e membro do Comitê Gestor do PJe-JT, desembargador Ubirajara Carlos Mendes, afirma que a implantação do novo processo eletrônico tem sido promissora, os magistrados mostram-se receptivos e confiantes e o apoio dos técnicos do Tribunal (da SDTI e STI) tem sido determinante para o alcance de melhorias. Para o desembargador, um suporte de qualidade aliado à boa vontade dos futuros usuários do sistema tem resultado num cenário extremamente favorável. O magistrado, parafraseando o ex-presidente do CNJ, Antônio Cezar Peluso, destaca que o PJe-JT “será um marco na história da Justiça do Trabalho e de todo Poder Judiciário do Brasil”.


Leia a entrevista a seguir:







-Qual é a avaliação do Sr. em relação aos primeiros 45 dias de PJe-JT na Justiça do Trabalho do Paraná?

A avaliação é bastante positiva. É claro que a introdução de uma nova ferramenta de trabalho, que traz em seu bojo aspectos diferentes dos que estávamos acostumados a ver nos sistemas desenvolvidos pelo próprio TRT gera um impacto inicial. Mas este primeiro choque está sendo superado com muita tranquilidade por todos os envolvidos, de usuários ao pessoal do suporte, passando por instrutores, que têm demonstrado grande engajamento ao projeto. É de se destacar que a OAB e os Advogados também têm desempenhado papel decisivo para este sucesso.


-Quais foram as principais mudanças para magistrados, advogados e cidadãos?

As mudanças ainda são poucas no Paraná, porque já tínhamos a cultura do processo digital, que funcionava em todas as Varas do Estado antes da chegada do PJe, mas a médio e longo prazo os benefícios da unificação e integração serão, a cada dia, mais sentidos.


-Existe grande expectativa acerca da adaptação dos servidores ao novo sistema. Como tem sido esse processo?

Bastante tranquilo, a Escola Judicial do TRT assumiu a responsabilidade pela capacitação de todos, Magistrados, Servidores, Advogados e demais operadores de direito, com grande competência e impecável organização. Isso somado a um suporte de qualidade e à boa vontade dos futuros usuários do sistema tem resultado num cenário extremamente favorável.


-Como está sendo a adesão dos advogados ao certificado digital?

O Paraná é recordista nacional de advogados com certificado digital, e já o era antes da implantação do PJe. Podemos afirmar que esta também foi uma vantagem que tivemos para implantar este sistema.


-O que o Sr. poderia complementar a respeito da importância do PJe-JT para a Judiciário?

É um passo decisivo em direção a um futuro melhor, onde o trabalho de Magistrados, Servidores e Advogados, e em última instância, os direitos do cidadão, serão ainda mais respeitados. O sistema tem um potencial de desenvolvimento enorme, que advém da tecnologia utilizada para seu desenvolvimento, da forma de trabalho cooperativo que vem sendo coordenado pelo CSJT e da efetiva e potencial interconectivade com outros sistemas nunca antes visto. Será um marco na história da Justiça do Trabalho e de todo o Poder Judiciário do Brasil.

Gilberto Bonk Jr
Foto: Marcos Dias
Ascom/TRT-PR
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